OSTEOGENESIS IMPERFECTA ou OSSOS DE VIDRO

    


osteogenesis imperfecta, conhecida como doença dos ossos de vidro, é uma doença de origem genética que provoca alterações na produção de colágeno. É detectada facilmente: manifesta-se através de um movimento brusco, tropeço, queda e outros acidentes, provocando a quebra dos ossos.
Como se não bastasse, a quebra dos ossos traz uma terrível consequência: o encurvamento dos ossos longos como os da coluna, pernas e braços. Além do sintoma aparente da fratura, a doença pode se manifestar através da esclerótica azulada, dentes acinzentados, formato do rosto triangular, deficiência auditiva, dificuldade de locomoção, compressão do coração e pulmões (em casos graves), sudorese e fragilidade muscular.
As fraturas geradas pela doença são os principais problemas, pois através delas é que se inicia o processo de encurvamento dos ossos. As fraturas ocorrem principalmente na infância por ser uma fase de descobrimentos, peraltices e de falta de conhecimento do problema. Pode ser percebida quando a criança chora de repente de forma alta, quando algum membro da criança não se movimenta ou está com retenção de calor e inchaço.
Pode ser classificada como:
Tipo I: inclui pessoas aparentemente normais com poucas fraturas e deformação nos ossos longos.
Tipo II: inclui pessoas que não resistem à doença e falecem logo após o nascimento. É o tipo mais grave da doença.
Tipo III: inclui pessoas com um grau variando de moderado a grave, caracterizado pelo formato do rosto, baixa estatura e deformidade nos ossos longos.
Tipo IV: inclui pessoas que apresentam gravidade e características heterogêneas da doença.
O tratamento é feito através de vários produtos nos quais os bisfosfonatos e a calcitonina se destacam por inibirem a reabsorção óssea, mas os melhores efeitos são obtidos através da fisioterapia e da alimentação. Devem-se fazer exercícios, independente do local e da hora, além de ingerir alimentos naturais e saudáveis, evitando álcool, alimentos gordurosos, cafeína e refrigerantes.

Saiba o que é BURSITE

                                            


A bursite é uma inflamação da Bursa (bolsa sinovial) – uma bolsa que contém líquidos que facilitam o deslizamento de músculos ou tendões sobre ossos. A inflamação ocorre graças a lesões que podem ser traumáticas, infecciosas ou até mesmo tumorais. Normalmente essa inflamação ocorre em ombros, cotovelos e joelhos, mas pode ocorrer em qualquer bolsa sinovial.
 A mais comum é a bursite no ombro, que pode ser desencadeada por diversos motivos, estando geralmente associada a movimentos repetitivos. É comum acometer esportistas, como tenistas que fazem movimentos bruscos durante o jogo. Também pode acometer professores que passam grande parte do dia escrevendo no quadro. Ela pode ocorrer até mesmo em pessoas que não fazem exercícios corretamente em academias.
Uma pessoa com bursite normalmente sente uma dor local e, algumas vezes, pode ser percebido certo inchaço na área. Vale destacar que diversas funções rotineiras podem ser prejudicadas, uma vez que a dor provoca dificuldade de movimento. Quando ocorre em ombros, por exemplo, atividades que necessitam do levantamento do braço tornam-se extremamente dolorosas.
O diagnóstico é feito através do relato do paciente e pode ser complementado com exames como ultrassom e ressonância. Após o diagnóstico, o primeiro passo é descobrir o que causou a bursite e tomar providências a respeito da atividade desencadeadora do problema.
Para o tratamento da bursite, normalmente são indicadas aos pacientes compressas de gelo no local, pois elas diminuem o inchaço. Alguns médicos indicam analgésicos, anti-inflamatórios e até acupuntura para aliviar a dor. É importante também que o paciente fique em repouso, evitando movimentos que possam atingir a área afetada. A fisioterapia também é indicada.
Para se prevenir a bursite é importante que antes de toda e qualquer atividade física sejam realizados aquecimento e alongamento. Além disso, é importante que, ao realizar atividades repetitivas, sejam feitos intervalos. Caso a dor apareça, é necessário diminuir o ritmo ou até mesmo parar tal atividade.
Lembre-se de seguir todas as recomendações médicas e só retornar as atividades quando estiver completamente curado. A bursite não tratada pode levar a lesões sérias, podendo levar à rigidez do local acometido.



Esqueleto Humano

                                      

A sustentação do corpo está a cargo do esqueleto, que também fornece, em certos casos, proteção aos órgãos internos e ponto de apoio para a fixação dos músculos. O endoesqueleto é um tipo básico de esqueleto e consiste em inúmeras peças cartilaginosas e ósseas articuladas. Essas peças formam um sistema de alavancas que se movem sob a ação dos músculos.

Função do esqueleto

esqueleto ósseo, além de sustentação corporal, apresenta duas importantes funções:
Reservas de sais minerais, principalmente de cálcio e fósforo, que são fundamentais para o funcionamento das células e devem estar presentes no sangue. Quando o nível de cálcio diminui no sangue, sais de cálcio são mobilizados dos ossos para suprir a deficiência.
Determinados ossos ainda possuem medula amarela (ou tutano), como mostra a figura ao lado. Essa medula é constituída principalmente por células adiposas, que acumulam gorduras como material de reserva.
No interior de alguns ossos (como o crânio, coluna, bacia, esterno, costelas e as cabeças dos ossos do braço e coxa), há cavidades preenchidas por um tecido macio, a medula óssea vermelha, onde são produzidas as células do sangue: hemácias, leucócitos e plaquetas.

Os ossos de uma articulação têm de deslizar um sobre o outro suavemente e sem atrito, ou se gastariam. Os ossos de uma articulação são mantidos em seus devidos lugares por meio de cordões resistentes, constituídos por tecido conjuntivo fibroso: os ligamentos, que estão firmemente aderidos às membranas que revestem os ossos.

Divisão do esqueleto

O esqueleto humano pode ser dividido em três partes principais: Cabeça, tronco e membros.


TENDINITE DE AQUILES

                                     

A tendinite de Aquiles é quando o tendão de Aquiles fica inchado, inflamado e dolorido no calcanhar.
O tendão de Aquiles conecta os músculos da panturrilha ao osso do calcanhar. Ele é usado para andar, correr e pular.
Existem dois músculos grandes na panturrilha: o gastrocnêmio e o sóleo. Esses músculos geram a força para empurrar com o pé ou ficar na ponta do pé. O grande tendão de Aquiles conecta esses músculos ao calcanhar.
Esses músculos são importantes para caminhar. Esse tendão pode inflamar como resultado da superutilização ou de artrite. A inflamação pode ocorrer com lesões e infecções.
A tendinite devido à superutilização é mais comum em jovens. Ela pode ocorrer em pessoas que caminham, correm ou em outros atletas. Esportes como o basquete exigem pulos que colocam muito estresse sobre o tendão de Aquiles. Vários pulos podem levar à tendinite de Aquiles.
É mais provável que a tendinite de Aquiles ocorra:
  • Depois do aumento súbito da quantidade ou da intensidade de uma atividade
  • Quando os músculos da panturrilha ficam muito contraídos (não são alongados)
A tendinite proveniente da artrite é mais comum em pessoas de meia idade e idosos. Um osteófito pode se formar na parte de trás do osso do calcanhar. Isso pode irritar o tendão de Aquiles e causar dor e inchaço.
Os sintomas incluem dor no calcanhar e no tendão ao andar ou correr. A área pode ficar dolorida e rígida pela manhã.
O tendão pode ficar dolorido para tocar ou mover. A pele sobre o tendão pode ficar inchada e quente. Você pode ter dificuldade para ficar na ponta do pé.

TRATAMENTO PARA TENDINITE

                           

O objetivo do tratamento para tendinite é aliviar a dor e reduzir a inflamação.
Repouso ou imobilização dos tendões afetados é útil para a recuperação. Pode-se conseguir isso utilizando uma tala ou um suporte removível. A aplicação de calor ou frio na área afetada pode ajudar.
Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como aspirina e ibuprofeno, também podem reduzir a dor e a inflamação. Injeções de esteroides na bainha do tendão podem ser muito úteis no controle da dor, permitindo a prática da fisioterapia.
Fisioterapia que alongue e fortaleça o músculo e o tendão é essencial. Isso pode restaurar a habilidade do tendão de funcionar corretamente, agilizar a cura e prevenir lesões futuras.
Raramente é necessária uma cirurgia para remover fisicamente o tecido inflamatório ao redor do tendão.
  • Evite movimentos repetitivos e excesso de uso de braços e pernas.
  • Mantenha todos os músculos fortes e flexíveis
  • Aqueça-se fazendo movimentos em um ritmo lento antes de iniciar uma atividade vigorosa

TENDINITE

                                             

A tendinite é a inflamação, lesão e inchaço de um tendão, que é uma estrutura fibrosa que une o músculo ao osso. Em muitos casos, a tendinite (degeneração do tendão) também está presente.

A tendinite pode acontecer como um resultado de lesão, excesso de uso ou envelhecimento, uma vez que o tendão vai perdendo a elasticidade. Também pode ser vista em pessoas com doenças sistêmicas, como artrite reumatóide ou diabetes.

A tendinite pode surgir em qualquer tendão, mas alguns locais mais frequentemente afetados incluem:
  • Colovelo
  • Calcanhar(tendinite de aquiles)
  • Ombro
  • Pulso

ALERTA - MEDICAMENTOS BISFOSFONATOS INDICADOS PARA OSTEOPOROSE TRAZEM SÉRIOS RISCOS Á SAÚDE

  


Medicamentos para os ossos e osteoporose como os Bisfosfonatos tem estado nas notícias recentemente, mas se você olhar além da mídia popular verificará que as notícias não são tão boas assim.
Em vez de serem produtos que realmente curam enfermidades ou corrigem deficiências, os Bisfosfonatos são apenas um dos “esqueletos” escandalosos mais recentes do armário da grande indústria farmacêutica.
Como muitos outros esqueletos no armário, eles não são mais do que drogas criadas fraudulentamente para o lucro, e que geram mais dano do que benefícios.
Além do fato de que estas drogas não fazem nada em contribuir para o crescimento de osso saudável e para a prevenção de osteoporose, elas também ostentam sombrios perigos para a saúde como Byron Richards reportou em naturalnews:
Um dos mais recentes estudos divulgados no último mês mostrou que 2,5 a 3% dos pacientes que tomam Bisfosfonatos experimentam Fibrilação Atrial e 1 a 2% experimentaram fibrilação severa, inclusive com hospitalização ou morte.
Os pacientes que tomam Bisfosfonatos tinham mais probabilidade de experimentar Fibrilação Atrial do que os pacientes que receberam placebos e até duas vezes mais chance de experimentar fibrilação severa do que os pacientes que estavam recebendo placebo.
Outro perigo originado pelas drogas é o risco aumentado de dano devido a produção de "osso de crescimento" que é um pouco mais do que tecido ósseo inchado e frágil. Como resultado, existem relatórios crescentes de fraturas anormais e paralisia temporária ou permanente causadas pelo crescimento ósseo antinatural e fragilizado.

A tia do autor desse artigo possui mais de 80 anos de idade tinha prescrição desse pérfido medicamento, no caso Fosamax ®. Ela começou a ter dores nas costas que continuaram ficando piores e piores ao ponto de que ela dificilmente podia sair da cama e levantar-se pela severidade da dor. Analgésicos só ofereciam mínimo alívio como alguns exercícios. Felizmente ela descontinuou o Fosamax® e o substituiu com alternativas naturais. Sua melhora foi quase imediata e hoje ela está muito bem, embora com um pouco mais de tempo de tratamentos seu dano poderia ter sido permanente, como tem sido para outros.
Por causa dos perigos dos Bisfosfonatos, muitas pessoas acreditam atualmente que o mais popular Bisfosfonato, o Fosamax®, logo levará a Merck a um imediato grande escândalo, superando até mesmo o Vioxx® com seqüelas e mortes que provavelmente vão ultrapassar as já reportadas mais de 60.000 mortes, além de seqüelas não contadas que são atribuídas ao monstruoso legado do Vioxx®.
O laboratório Merck enfrentou uma série de ações judiciais, nos EUA, contra o seu antiinflamatório VIOXX, substância do grupo genericamente conhecido com Anti COX-2 (como Celebra® e Arcóxia®), por estar envolvida em número incerto de morte por dano cardíaco. Recentemente se descobriu que um dos principais "pesquisadores" que publicavam estudos a favor desse tipo de remédio, fraudou testes clínicos que forneciam dados utilizados em pelo menos 21 artigos de revisão entre 1996-2008.
Nomes comerciais dos bisfosfonatos no Brasil: temos vários nomes disponíveis no mercado: FOSAMAX, ENDRONAX, OSTEORAL, BONALEN, ACTONEL e outros.

CONHEÇA UMA NOVA MANEIRA DE TRATAR A ARTROSE

Depois de 20 anos sem novidades contra doença, pesquisa mostra que remédio aumenta formação da cartilagem.

Quem sofre com as dores da artrose tem agora bons motivos para sorrir.  Uma pesquisa realizada na Universidade de Oxford, no Reino Unido, e divulgada no Congresso Europeu de Osteoporose e Osteoartrite, em Bordeaux, na França, neste ano, apontou um caminho eficiente.

O estudo, feito ao longo de três anos, comprovou que o ranelato de estrôncio (PROTOS 2)  protege a cartilagem, agindo diretamente no condrócito (célula que forma o tecido muscular). A substância diminui a absorção e aumenta a formação da cartilagem. A pesquisa foi feita com  1.371 pacientes, com idade média de 62 anos.

“Até agora, o que tínhamos eram medicamentos com eficiência sem muita consistência, com opiniões diferentes sobre os resultados. Remédios que aliviavam a dor, apenas”, fala Pérola Grinberg Plapler, diretora da divisão de medicina fisiológica do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
A grande novidade é que o ranelato de estrôncio, além de reduzir a perda de cartilagem (27% dos pacientes que participaram do estudo apresentaram essa característica, índice considerado bom), ele ajuda a formar a cartilagem.

“Ainda não dá para falar depois de quanto tempo a estrutura, que está deformada, vai ser formada novamente, mas ela será. Além disso, o poder de analgesia do remédio é muito bom”, diz Pérola.
animador  O medicamento que traz o ranelato de estrôncio chama-se Protos. O remédio está no mercado há mais de dez anos, indicado para o tratamento da osteoporose. Agora, porém, está comprovado benefícios clínicos para pacientes com artrose até o nível 3 .
“A degeneração da cartilagem faz com que a distância de um osso para o outro diminua. Aí, um osso começa a raspar no outro, o que ocasiona muita dor”, explica a especialista.
É claro que essa boa notícia não significa que quem sofre de artrose deva sair por aí comprando o remédio. “Antes é preciso uma avaliação do paciente para investigar se ele está apto e pode tomar o remédio”, alerta Pérola.
No congresso, o médico  Jean-Yves Reginster, presidente do Departamento de Saúde Pública e professor de epidemologia da Universidade de Liège, na Bélgica, confirmou que a relação entre risco e benefício da utilização do medicamento é extremamente positiva.

ARTROSE NO OMBRO

                                  

A artrose no ombro é uma degeneração desta articulação que gera sintomas como dor no ombro ao realizar determinados movimentos e que vai aumentando com o passar dos anos ou que se intensifica durante os movimentos braçais. Seu tratamento consiste na toma de medicamentos e fisioterapia, e geralmente é demorado podendo em alguns casos culminar em cirurgia.

Os sintomas da artrose no ombro incluem:
  • Dor no ombro;
  • Dificuldade em realizar qualquer movimento com o ombro;
  • Sensação de areia na articulação do ombro;
  • Estalidos no ombro durante os movimentos.
Frequentemente esta lesão ocorre ao mesmo tempo que outras como tendinite ou bursite, por exemplo.
O diagnóstico da artrose no ombro é feito através da análise do raio-x que evidencia a diminuição do espaço intra-articular e o desgaste da cabeça do úmero, e do exame físico onde observam-se os sintomas referentes à doença.
As causas da artrose no ombro podem ser:
  • Degeneração da articulação devido a idade ou tipo de atividade que o indivíduo possui;
  • Traumatismo direto o indireto como cair e apoiar-se com a mão no chão;
  • Movimentos repetitivos ou de grande impacto;
  • Artrite reumatoide crônica.
O tratamento para a artrose no ombro envolve a toma de medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios. Os suplementos alimentares à base de esqueleto de crustáceos pode ser de grande ajuda pois colaboram para a recuperação da cartilagem e não possuem contra-indicações.
Além disso, pode-se recorrer à fisioterapia para um resultado mais rápido. Gelo, calor, uso de aparelhos e fortalecimento muscular devem ser utilizados para alcançar os objetivos pretendidos.
A artroscopia pode ser necessária para retirar calos ósseos, e se o caso for muito grave, a substituição da articulação danificada por uma prótese pode ser indicada.

ARTROSE NO QUADRIL




A artrose de quadril é um tipo de desgaste que afeta esta articulação e gera sintomas como dor localizada no quadril que surge principalmente quando o indivíduo anda.

Os sintomas da artrose de quadril incluem:
  • Dor no quadril, que piora quando o indivíduo anda, fica sentado por muito tempo ou deita-se de lado sobre a articulação afetada;
  • Pode haver sensação de dormência ou formigamento nas pernas.
As causas da artrose de quadril podem ser:
  • Traumatismo, como ocorre num acidente de viação;
  • Desgaste articular típico da idade;
  • Doença inflamatória.
O tratamento para artrose de quadril requer a toma de medicamentos para controlar a dor a inflamação, fisioterapia e por vezes, a cirurgia é indicada para reparar a articulação ou substituí-la por uma prótese de quadril.
Casos menos graves podem ser tratados com exercícios de Pilates pois eles ajudam a melhorar a força dos músculos que suportam a coluna e os da perna ajudando na recuperação do indivíduo. A acupuntura também pode ser realizada mas não exclui a necessidade de tratamento clínico e fisioterapêutico.

ARTROSE NO JOELHO

                            

A artrose no joelho é um tipo de comprometimento grave desta articulação, que afeta principalmente indivíduos com mais de 45 anos, mas se o indivíduo estiver muito acima do peso e fizer corrida, por exemplo, ele poderá desenvolver uma artrose no joelho ainda jovem, por volta dos 30 anos de idade. Quando se trata de artrose no joelho, é muito comum que os dois joelhos sejam afetados, mas seus sintomas podem ser diferentes de um joelho para o outro e isto deve-se ao grau de comprometimento da articulação.


Os sintomas da artrose no joelho incluem:
  • Dor no joelho que piora com esforço;
  • Dificuldade em apoiar o peso do próprio corpo sobre o joelho afetado;
  • Dificuldade em caminhar;
  • Pode haver inchaço no joelho e ele apresentar-se um pouco mais quente que o restante do corpo.
As causas da artrose no joelho podem ser:
  • Desgaste natural da articulação, que ocorre devido a idade;
  • Estar muito acima do peso;
  • Traumatismo direto, como cair de joelhos, por exemplo;
  • Doença inflamatória associada ao uso indevido da articulação.
O tratamento para artrose no joelho pode ser feito com a toma de medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios e suplementos alimentares que ajudam na restauração da articulação. Além disso é importante realizar fisioterapia e nos casos mais graves, pode-se recorrer à infiltração com corticoides ou até mesmo uma cirurgia, que pode ser uma artroscopia, por exemplo.

Alguns exemplos de exercícios para artrose no joelho são o alongamento dos músculos das pernas, que podem ser feitos sozinho pelo próprio paciente ou com a ajuda do fisioterapeuta, e andar de bicicleta. Mas é importante que seja o fisioterapeuta a indicar estes exercícios pois quando realizados de forma errada ou quando a articulação ainda encontra-se muito dolorida, podem agravar a doença.

ARTROSE NA COLUNA

                              

A artrose na coluna é uma doença degenerativa que afeta as articulações que formam a coluna, sendo mais frequente nos idosos, mas pode ocorrer em qualquer idade. Ela gera sintomas como dor na coluna, no pescoço ou no quadril e seu tratamento pode incluir a necessidade de cirurgia.
A artrose pode afetar toda a coluna ou somente um seguimento, e por isso o indivíduo pode ser diagnosticado com: artrose na coluna cervical, artrose na coluna dorsal ou artrose na coluna lombar dependendo dos locais afetados pela doença.
Os sintomas da artrose na coluna incluem:
  • Dor na coluna que piora com o movimento;
  • Dificuldade em mover-se devido a dor na coluna;
  • Pode haver sensação de formigamento ou de dormência no pescoço ou nos braços quando há artrose cervical;
  • Pode haver sensação de formigamento ou de dormência nas pernas quando há artrose lombar.
As causas da artrose na coluna podem ser:
  • Desgaste natural das articulações da coluna devido a idade;
  • Movimentos repetitivos;
  • Excesso de exercícios físicos;
  • Traumatismo;
  • Pré-disposição genética.
O tratamento para artrose na coluna pode ser feito com o uso de medicamentos, fisioterapia e/ou cirurgia. Em casa, o que pode ser feito é colocar uma bolsa de água morna no local da dor durante 20 minutos, 2 vezes ao dia. Alguns cuidados são essenciais para o sucesso do tratamento, como evitar pegar pesos e ficar numa postura incorreta. O melhor exercício para quem sofre com artrose na coluna é a natação, exclusivamente no método crawl.
As sessões de osteopatia também podem ser uma boa opção para complementar o tratamento. Elas vão reajustar a posição das vértebras da coluna, diminuindo o atrito entre elas, mas não é indicada para todos os casos.

O QUE É ARTROSE

                           

A artrose é degeneração da articulação que pode ser causada pelo envelhecimento ou traumatismo e gera sintomas como dor nas juntas e dificuldade em realizar movimentos com a articulação afetada. Apesar de poder afetar qualquer articulação, é mais comum o diagnóstico da:
  • Artrose na coluna: Gera sintomas como dor nas costas que dificultam a vida cotidiana;
  • Artrose no joelho: Gera sintomas como dor nos joelhos e pode haver falta de força nas pernas;
  • Artrose no quadril: Gera sintomas como dor no quadril que é percebida principalmente quando o indivíduo caminha;
  • Artrose no ombro: Gera sintomas como dor no ombro que pode afetar também o pescoço.
Seja qual for a artrose que o indivíduo possui, seu tratamento deve ser orientado por um médico e um fisioterapeuta.

Os sintomas da artrose incluem:
  • Dor na articulação afetada;
  • Dificuldade em movimentar esta articulação e
  • A articulação pode estar aparentemente deformada.
As causas da artrose podem ser:
  • Desgaste natural das articulações devido ao excesso de uso, envelhecimento ou desgaste causado pela prática de exercícios intensos;
  • Excesso de peso: Aumenta a dor principalmente nas articulações das pernas e da coluna lombar;
  • Uso repetitivo, tanto no trabalho como ao praticar atividade física;
  • Alterações hormonais: Acontece com maior frequência em mulheres após a menopausa;
  • Articulações frouxas: Pessoas muito flexíveis como as atletas de ginástica rítmica, por exemplo;
  • Traumatismo: Fraturas, torções ou pancada direta sobre a articulação.
  • A artrose pode ocorrer em qualquer idade mas é mais comum após os 50 anos de idade.
    Para o diagnóstico da artrose deve-se observar os sintomas que o indivíduo apresenta e o médico poderá solicitar um raio-x ou ressonância magnética da articulação.
    O tratamento para a artrose pode ser feito com a toma de remédios anti-inflamatórios, analgésicos, fisioterapia, exercícios e em alguns casos hidroterapia, que vão ajudar a emagrecer, a diminuir a dor e o inchaço e aumentar a qualidade de vida do paciente. O tratamento deverá ser realizado diariamente até que se obtenha o resultado esperado.
    Em relação à prevenção da artrose, orienta-se:
    • Evitar o excesso de peso;
    • Manter uma boa postura corporal;
    • Não levar muito peso;
    • Evitar exercícios repetitivos;
    • Não realizar qualquer tipo de trabalha que seja necessário usar muita força.
    Indivíduos com familiares com artrose devem ter especial atenção em relação a estas dicas pelo risco acrescido que possuem em desenvolver a artrose.

TRATAMENTO DA ARTRITE INFECCIOSA

O tratamento para artrite reumatóide se inicia assim que existe a probabilidade de infecção, pois a articulação pode ser comprometida em pouco tempo.
São administrados antibióticos por via endovenosa, para que seja garantida a chegada do medicamento na articulação, os antibióticos têm o objetivo de eliminar as bactérias. Se o medicamento utilizado for adequado nota-se uma melhora em 48 horas.
Geralmente o médico extrai o pus com uma agulha, para evitar a acumulação e a proliferação das bactérias, um tubo também pode ser colocado na articulação para que o pus seja drenado.
Em caso de rejeição a técnica de drenagem, o tratamento pode recorrer a cirurgia ou a artroscopia, um procedimento que utiliza um microscópio para visualizar a articulação.
No inicio do tratamento a articulação pode ser imobilizada, para evitar as dores, porém conforme o paciente for melhorando, exercícios fisioterápicos devem ser feitos para recuperar as funções de movimentação da articulação.
Se a articulação afetada não responder aos antibióticos, que dizer que foi comprometida, sendo a única opção a cirurgia para substituição da articulação.

ARTRITE INFECCIOSA

                                     

A artrite infecciosa é uma infecção  rara geralmente causada por bactérias ou fungos, e se caracteriza por afetar apenas uma articulação.

A artrite infecciosa é mais comum nos joelhos, porém pode ocorrer em qualquer outra articulação do corpo, diferente da artrite reumatóide.
Os jovens e adultos geralmente são os indivíduos mais afetados por essa doença.

Geralmente a artrite reumatóide é o resultado de uma infecção em outra parte do corpo causada por  bactérias ou fungos, esses agente viajam pela corrente sanguínea e se instalam na articulação causando a inflamação.
Existem outras causas relacionadas a essa doença, tais como: contusões, vacinas ou cirurgias, pois permitem a entrada de bactérias nas articulações.
Os principais sintomas da artrite reumatóide são:
  •  Febre;
  •  Calafrios;
  •  Dor na articulação afetada;
  •  Inchaço na articulação afetada;
  •  Dificuldade para movimentar a articulação;
  •  Irritabilidade;
  •  Acumulação de líquidos;
  •  Edemas na articulação.
O diagnóstico da artrite reumatóide é feito através da analise do liquido articular, que geralmente apresenta um aspecto turvo e purulento. O líquido é extraído da articulação através de uma seringa.
A extração do liquido serve para detecção de bactérias, que confirma o diagnóstico.
O tratamento para artrite reumatóide começa assim que ocorre a suspeita de infecção, pois existe grande probabilidade de comprometimento da articulação afetada.
São administradas doses de antibióticos por via endovenosa, e são realizadas a drenagem e a retirada de pus da articulação com uma agulha, está técnica diminui o risco da proliferação das bactérias.
Podem ser utilizadas talas para imobilizar a articulação, para que os sintomas e os desconfortos sejam menores, porém quando ocorre a melhora do paciente é preciso ser feito exercícios fisioterápicos para recuperar as movimentações da articulação.
Se o tratamento com antibióticos não for eficaz, o tratamento mais seguro é a cirurgia para a substituição da articulação.

SINTOMAS E TRATAMENTOS DA ARTRITE REUMATÓIDE

                                        

A AR (ARTRITE REUMATÓIDE) geralmente afeta os dois lados do corpo por igual. Punhos, dedos, joelhos, pés e tornozelos são os mais frequentemente afetados.


A doença geralmente começa devagar, normalmente com pouca dor nas articulações, rigidez e fadiga.
Os sintomas nas articulações podem incluir:
  • É comum a rigidez matutina, que dura mais de uma hora. As articulações podem se tornar quentes, macias e rígidas quando não usadas por uma hora.
  • De modo geral, a dor nas articulações é sentida nos dois lados do corpo.
  • Com o tempo, as articulações perdem sua amplitude de movimento e podem se deformar.
Outros sintomas incluem:
  • Dor no peito ao inspirar (pleurisia)
  • Boca e olhos secos (síndrome de Sjögren)
  • Ardência, coceira e secreção no olho
  • Nódulos sob a pele (normalmente um sinal mais grave da doença)
  • Dormência, formigamento ou ardência nas mãos e nos pés.

A AR geralmente requer um tratamento ao longo da vida toda, incluindo medicação, fisioterapia, exercício físico, medidas educativas e possivelmente cirurgia. Quando precoce, um tratamento agressivo para a AR pode retardar a destruição das articulações.

Medicamentos

Drogas antirreumáticas modificadoras de doença (DARMDs): Essas drogas costumam ser as primeiras usadas em pacientes com AR. Elas são prescritas em conjunto com descanso, exercícios de fortalecimento e anti-inflamatórios.
  • O metotrexato é o DARMDs mais comumente usado para a artrite reumatoide. A leflunomide,hidroxicloroquina e a sulfasalazina também podem ser usadas.
  • Essas drogas podem ter efeitos colaterais graves
  • portanto, é necessário fazer exames de sangue frequentes durante o período de sua administração.
Medicamentos anti-inflamatórios: Incluem a aspirina e os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como ibuprofeno e naproxeno.
  • Embora os AINEs funcionem bem, o uso a longo prazo pode causar problemas gástricos como úlceras e hemorragia e possíveis problemas cardíacos.
  • O celecoxib é outra droga anti-inflamatória, mas tem fortes advertências com relação a doenças cardíacas e AVC. Converse com seu médico para saber se os inibidores de COX-2 são adequados para você.
Medicamentos antimaláricos: Este grupo de medicamentos inclui a hidroxicloroquina e sulfasalazina e normalmente é utilizado juntamente com o metotrexato. Pode demorar semanas ou meses até que você observe os benefícios desses medicamentos.
Corticoides: Esses medicamentos funcionam muito bem para reduzir o edema e a inflamação das articulações. Devido a efeitos colaterais de longo prazo, os corticoides devem ser tomados somente por curtos períodos e em baixas doses, quando possível.

ARTRITE REUMATÓIDE

                        

A artrite reumatoide (AR) é uma doença de longo prazo que leva à inflamação das articulações e dos tecidos circundantes. Ela também pode afetar outros órgãos.

A causa da AR é desconhecida. É uma doença autoimune, o que significa que o sistema imunológico do corpo ataca os tecidos saudáveis por engano.

A AR pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum na meia-idade. As mulheres sofrem de AR com mais frequência do que os homens.
Infecção, genes e mudanças hormonais podem estar relacionados com a doença.
Nenhum teste pode determinar com certeza se você tem AR. A maioria dos pacientes com AR apresenta alguns resultados de testes anormais, embora para alguns pacientes todos os testes sejam normais.
Dois testes de laboratório que geralmente ajudam no diagnóstico são:
  • Exame de fator reumatoide
  • Exame de anticorpos anti-CCP
Outros testes que podem ser realizados incluem:
  • Hemograma completo
  • Proteína C-reativa
  • Taxa de sedimentação de eritrócitos
  • Ultrassom ou ressonância magnética das articulações
  • Raio X das articulações
  • Análise de líquido sinovial

O QUE É ARTRITE

                                         

A artrite é uma inflamação na cartilagem que protege as articulações. No processo de envelhecimento natural essa cartilagem que evita o atrito ente os ossos do colovelo, joelho, ombro, dedos, punho ou quadril, se deteriora causando dor, desconforto e dificuldade de movimento.
Seu principal sintoma é a dificuldade em realizar os movimentos com a articulação afetada pela manhã, uma situação que melhora por si só após 15 minutos, aproximadamente.
O tratamento convencional utilizado para a artrite envolve analgésicos, anti-inflamatórios, fisioterapia, terapia manual e infiltração com corticóide, podendo ser uma opção terapêutica a cirurgia para substituição da articulação por uma prótese.

Medicamentos para ÁCIDO ÚRICO

Durante a crise de gota o tratamento é feito com anti-inflamatórios comuns (AINES) como ( ibuprofeno (ADVIL,MOTRIM,BUPROVIL) ,naproxeno (FLANAX) ,alopurinol (ZYLORIC) ) e a colchicina( COLCHIS,COLCITRAT,CIXIN) .
A colchicina é menos tóxica do que os anti-inflamatórios (especialmente para os rins e estômago) e controla a gota eficazmente, mas pode causar efeitos colaterais desagradáveis, como náuseas, vômitos e diarreia. Esse efeito adverso é geralmente relacionado à dose usada, sendo menos comum em doses baixas.
Nos pacientes que não toleram AINE ou colchicina, uma opção é o uso de corticoides, potentes anti-inflamatórios de origem esteroidal,podem ser (PREDNISONA (METICORTEN), BETATRINTA , DIPROSPAN,)
A aspirina (ácido acetilsalicílico) deve ser evitada sempre que possível, pois a mesma, apesar de ter efeito anti-inflamatório, reduz a excreção de ácido úrico pelos rins, podem ser ( ÁCIDO ACETILSALICILICO (ASPIRINA,SOMALGIN,ECASIL).

Alimentos vilões do ÁCIDO ÚRICO

A dieta para o ácido úrico envolve também não ingerir alimentos que promovem maior produção de ácido úrico, como a carne vermelha, fígado, rins, chouriço, linguiça, salsicha, presunto, mortadela e frutos do mar, além das oleaginosas, como feijão, ervilha, lentilha, grão de bico ou soja, assim como açúcar refinado, bebidas alcoólicas, ovos e doces em geral.