HPV TEM CURA

                 

A infecção com o vírus HPV tem cura mas para alcançar a cura é preciso tomar medicamentos por, aproximadamente, 2 anos pois assim, garante-se a completa eliminação do vírus do organismo.
Caso contrário, o vírus ficará somente latente ou inativo e, quando houver uma nova baixa do sistema imune, ele votará a aparecer. Isso ocorre, em média, até 5 anos após a infecção.
O tratamento para o HPV é feito à base de remédios e cauterização. Os remédios utilizados são as pomadas à base de Ácido tricloroacético, Podofilina e Imiquimod, e os medicamentos que fortalecem o sistema imune, como o Interferon. Mas, algumas vezes, a cirurgia para cauterização das verrugas também pode ser necessária.
Durante o tratamento, aconselha-se uma alimentação balanceada e o uso de preservativo em todas as relações, para diminuir as chances de contaminação ou de reinfecção.
O HPV pode ser classificado como sendo de baixo risco, médio risco ou alto risco. Somente o HPV de alto risco pode predispor ao desenvolvimento do câncer de colo de útero, embora todos devam ser devidamente tratados.
A vacina contra o HPV já se encontra disponível e todas as mulheres, entre 9 a 45 anos, podem tomá-la, como forma de prevenção contra os 4 principais tipos de HPV que causam câncer.
Apesar de a vacina ser eficaz contra o vírus, a utilização do preservativo continua sendo necessário, para evitar a contaminação com outros vírus do HPV. Isso porque, atualmente, existem cerca de 200 tipos de HPV diferentes.
A cura definitiva do HPV corresponde à completa eliminação do vírus HPV das células. Isso pode ser verificado nas análises laboratoriais, em média após 2 anos do início do tratamento, se ele tiver sido seguido corretamente.
É normal que os sintomas do HPV desapareçam antes da cura, mas é preciso não parar o tratamento nesta fase, ou o vírus ficará somente latente. Só quem pode afirmar a cura do HPV é o médico, após a comprovação dos exames laboratoriais.
Em alguns poucos casos o HPV pode se curar sozinho mas na maior parte das vezes o HPV não se cura sozinho e assim que a doença seja diagnosticada deve-se iniciar o tratamento para evitar as complicações que a doença pode trazer como o câncer, por exemplo.
O HPV que se cura sozinho é aquele que nem se quer gera sintomas visíveis a olho nu e por isso sempre que as verrugas sejam observadas o tratamento deverá ser iniciado.

HPV

                                      

O papilomavírus humano é o causador da doença chamada HPV que pode ser transmitida pelo contato íntimo desprotegido com um indivíduo contaminado. Seu principal sintoma é o surgimento de diversas pequenas verrugas na região genital, que pode afetar tanto homens quanto mulheres, de todas as idades. 
Existem muitas variações do HPV, a maioria delas não apresenta nenhum sintoma e pode desaparecer espontaneamente, sem tratamento específico. Uma das formas mais temidas do HPV é aquele que afeta a área genital, porque quando não é devidamente tratado pode levar ao câncer do colo do útero ou câncer de pênis, mas para evitá-los deve-se seguir o tratamento corretamente.
Os sintomas do HPV incluem a aparição de verrugas nas partes íntimas, contudo, algumas vezes o HPV pode não apresentar nenhum sintoma sendo somente diagnosticado num exame de rotina.
A causa do HPV é a infeção pelo vírus papilomavírus humano pelo contato direto com a área infectada de outro indivíduo.
A transmissão do HPV mais comum acontece através da relação desprotegida, mas ele também pode ser transmitido de mãe para filho, através do parto normal, e no contato direto com a ferida do HPV.
O HPV pode ser diagnosticado através do exame papanicolau, que deve ser realizado 1 vez por ano por todas as mulheres que tenham relações íntimas, de forma regular ou esporádica. O exame clínico visual é capaz de detectar as verrugas genitais e a colposcopia é capaz de esclarecer qualquer dúvida.
O tratamento para o HPV é feito com pomadas específicas e, se o indivíduo realizar o tratamento corretamente e usar preservativo em todo contato íntimo, o vírus pode ser erradicado.
A melhor maneira de combater o vírus do HPV é através da prevenção, com a dose da vacinapara HPV e o uso de preservativo em todo contato íntimo.


Saiba o que é HERPES e seus tipos

                          

O Herpes é uma doença muito comum. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que mais de 500 milhões de pessoas no mundo estão infectados com o vírus. Contagiosa, infecciosa e geralmente benigna, a doença é causada por dois vírus: o Herpes Tipo 1 e Tipo 2. O primeiro é conhecido como herpes labial, aparece após contato íntimo com uma pessoa que tenha contraído a doença, seja por meio da saliva, do compartilhamento do mesmo copo, etc. Já o Herpes Tipo 2, urogenital, é causado pelo contato indireto, como uso de banheiros públicos, ou pelo contato íntimo sexual. Ambos são chamados de Herpes Simplex.
Outro vírus, da mesma família, porém mais traumático, é o Herpes Zoster. Trata-se da reativação do vírus da varicela (catapora) que a pessoa já havia adquirido, provavelmente na infância, porém são casos raros.
Para prevenir e evitar o contágio deve-se evitar o contato íntimo com pessoas que adquiriram a herpes labial e genital e utilizar preservativos quando um dos parceiros tiver lesão ativa. Para as pessoas que nunca contraíram catapora ou que não foram vacinados, é fundamental ficar longe de cidadãos com Herpes Zoster.
Apesar de não ter cura, é possível minimizar os efeitos do herpes. Segundo o infectologista do Hospital São Camilo, José Ribamar Branco, o tratamento é realizado por meio de medicamentos antivirais orais e pomadas, além de analgésicos. As doses e o tempo de tratamento variam conforme o tipo de Herpes. “Se o tratamento for iniciado em até 72 horas, há possibilidade de encurtar o surto e reduzir os sintomas da doença”.
Se não tratado o problema pode evoluir para outras doenças mais graves. No caso de herpes ocular, pode ocasionar perda parcial da visão ou cegueira permanente. Já o herpes genital, pode gerar um estreitamento da uretra e infecções genitais recorrentes.
As complicações do Herpes Zoster são ainda mais graves, podendo ocorrer nevralgia pós-herpética (dor e danos nos nervos mesmo após as bolhas desaparecerem), perda de visão, problemas neurológicos e infecções cutâneas.