Estudo afirma que exercícios físicos regeneram células-tronco do coração.

                                           

Pesquisa inglesa da Universidade John Moors comprovou, em teste feito com ratos, que as atividades promovem um aumento de 60% nas células.


Um estudo realizado em Londres descobriu que a prática de atividades físicas auxilia na regeneração das células-tronco do coração. Isso significa que é possível ter um coração mais jovem do que a própria idade. É uma maneira saudável de driblar o tempo. A relação entre o exercício físico regular e o coração já vem sendo estudada em diversos países. A professora inglesa Georgina Allison, que comanda uma equipe na Universidade John Moors, em Liverpool, propôs uma rotina de duas semanas de exercícios físicos a um grupo de ratos de laboratório e descobriu que eles tiveram um aumento de 60% nas células-tronco do coração, que estavam adormecidas e foram despertadas com a prática.
- As células-tronco produzem células musculares e vasculares. Se você não está praticando exercício físico, você tem um menor número de células e menos células ativas para realizar um trabalho.
Trabalhando no King´s College de Londres, a professora continua os estudos para saber se a relação é a mesma no coração dos seres humanos.
- Estudamos pessoas que tiveram ataques cardíacos. Submetemos os pacientes a exercícios físicos e tentamos estabelecer uma relação entre as células-tronco e a redução da área infartada – afirmou Allison.
Para regenerar as células-tronco, não é preciso ser maratonista. Bastam 30 minutos de exercício aeróbico por dia, de preferência intervalados, com picos de esforço e períodos de recuperação.
- Eu corro e desde que descobrimos os efeitos do treino intervalado, mudei minha rotina de exercícios – disse a pesquisadora.
No Brasil, existem oito centros de tecnologia celular que também estudam as células-tronco. O cientista e professor Stevens Refen potencializa a opinião dos benefícios causados pela prática regular de esportes.
- A partir do momento em que você descobre que uma atividade física é capaz de regenerar o coração, você pode ter um coração novo, apesar da sua idade, dependendo do exercício físico que você fizer. Na mesma linha deste estudo de Liverpool, há um outro americano que analisa o impacto dos exercícios físicos, não no coração, mas no cérebro: há duas regiões no cérebro, que se chamam hipocampo, responsáveis pela formação da memória. Esse estudo indica que o exercício físico faz com que a pessoa consiga gerar novos neurônios. Não há nada mais importante do que essas provas para justificar a boa prática de esportes - finalizou Refen.

E você? Ainda está tentando arrumar uma motivação para levantar do sofá? Mexa-se!

Os benefícios que a corrida pode proporcionar à saúde do coração.

                               


A melhora do desempenho nas corridas de longa duração guarda 
a estreita relação com a melhora da função de bomba do coração.


Quais os benefícios que a corrida proporciona para a saúde do coração? A corrida é basicamente um exercício aeróbico e sua prática regular potencializa exatamente o sistema de transporte de oxigênio do qual o coração é o órgão fundamental.
A melhora do desempenho nas corridas de longa duração guarda estreita relação com a melhora da função de bomba do coração. O limite de aptidão aeróbica é definido pelo volume máximo de sangue que o coração á capaz de fazer circular por minuto, contemplando órgãos e tecidos e particularmente os músculos em exercício.
Este volume de sangue bombeado por minuto é definido como débito cardíaco máximo e representa o produto do número de batimentos cardíacos máximo pelo maior volume de sangue que o coração consegue ejetar em cada batimento (sístole).
Os benefícios do treinamento proporcionam ao coração do corredor aumentar o débito cardíaco máximo. Este efeito decorre da adaptação progressiva do coração aumentando gradualmente o volume ejetado em cada batimento. Esta adaptação torna o coração uma bomba mais eficiente, proporcionando também o efeito mais evidente constatado em indivíduos treinados que é a redução dos batimentos cardíacos.
Como aumenta o volume ejetado em cada batimento, para manter um determinado débito cardíaco, por exemplo correndo num ritmo submáximo, o coração ajusta um número de batimentos por minuto mais baixo. O mesmo efeito observamos durante o repouso, quando os batimentos cardíacos do indivíduo treinado chegam a ter reduções bastante significativas.
Na literatura científica encontramos relatos de atletas com ritmo cardíaco de repouso na faixa de 30 batimentos por minuto. Isto significa uma frequência menor que a metade do indivíduo sedentário, o que projeta um volume ejetado em cada sístole maior que o dobro do que ocorre no coração “destreinado”.
Esta adaptação significa um grande benefício para a saúde do coração, e além de proporcionar a melhora do desempenho, também acena com uma distância mais longa na expectativa de qualidade de vida e longevidade.

Exercícios intensos prejudicam saúde do coração? Especialistas discordam.

                                 


Exercícios intensos prejudicam saúde do coração? Especialistas discordam.


Pesquisa publicada na revista “Health Day” causa polêmica no meio científico ao afirmar que correr demais pode encurtar expectativa de vida e gera debate.


Uma pesquisa publicada este mês na revista “Health Day” por pesquisadores da Pensilvânia, Estados Unidos, causoupolêmica no meio científico e gerou uma discussão entre vários especialistas. Segundo a pesquisa, correr demais pode levar à morte prematura. Os resultados da pesquisa sugerem que as pessoas que vivem mais são as que fazem exercício moderadamente, e que correr muito ou nada seria capaz de encurtar a expectativa de vida. Uma das sugestões que o estudo apresenta é a de que a prática deatividades mais intensas poderia trazerprejuízo à saúde do coração.
Na realidade, este estudo contradiz um verdadeiro consenso baseado em diversas evidências científicas, segundo as quais a prática da corrida e a participação em provas longas não causam nenhumprejuízo à saúde, pelo contrário, até aumentam a expectativa de vida.
Um dos especialistas que comentou a publicação foi o cardiologista e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro Dr. Claudio Gil Araujo, que, assim como vários outros profissionais, discorda do resultado da pesquisa. Ele acredita que o estudo é carente em fundamentação por não avaliar adequadamente os indicadores de sobrevida.
O estudo também se contrapõe a pesquisas recentes como a apresentada na Sessão Científica Anual da Sociedade Americana de Cardiologia no último mês de março, que concluiu que corridas de longa distância ajudam a proteger coração.
Existe praticamente um consenso de que a hipótese de exercícios mais intensos prejudicarem o coração é absolutamente infundada. A natureza proporciona um fator deproteção ao coração na vulnerabilidade do aparelho locomotor. Quando um praticante de atividades físicas começa a exagerar na intensidade ou na duração do exercício, eventualmente ameaçando a saúde do coração, invariavelmente começa a aparecer algum problema do aparelho locomotor que acaba limitando continuidade do exercício em excesso. É o caso das tendinitesproblemas articulares, e outras tantas manifestações de sobrecarga.
Podemos dizer que o aparelho locomotor protege o coração por ter um limiar de vulnerabilidade que sinaliza em caso de excesso. Segundo o Dr. Claudio Gil, não existem na literatura evidências formais e conclusivas de que se pode danificar de forma definitiva o coração por praticar exercícios, mesmo que vigorosos e prolongados. O que a ciência de fato comprova é que ser sedentário encurta a expectativa de vida!

Fazer exercícios uma vez por semana faz bem à saúde? Especialista analisa.

                                  

Sedentarismo atinge 80% dos brasileiros e deve ser combatido. Mas praticar atividades físicas intensas só aos domingos pode ser prejudicial.


Sempre (só) aos domingos. Foi música de filme famoso nos anos 60, hoje é titulo do nosso post. Em abril, quando se comemora o Dia Mundial da Atividade Física e o Dia Mundial da Saúde, ressaltamos algumasrecomendações para a população. Sem dúvida, o sedentarismo que atinge 80% da população deve ser fortemente combatido, porém com opções possíveis de serem seguidas por todos.
Desde para a criança como até o mais longevo, a atividade física deve serestimulada. As pesquisas consistentes pelo mundo afora, seja de médicos como de outros profissionais da saúde, lideradas pela OMS (Organização Mundial da Saúde), mostram a redução das doenças crônicas degenerativas e até comportamentais nosindivíduos ativos.
Em relação a internações faltas ao trabalho, os números mostram 35 a 40% deaumento desses itens nos sedentários. As despesas com saúde caem brutalmente onde a população é mais ativa, segundo estudo mundial dos fatores de risco conhecido como INTERHEART. A Sociedade Brasileira de Cardiologia, através de seu departamento de Exercício, Esporte e Reabilitação Cardiovascular (DERC), tem debatido profundamente a atividade física e o esporte nos Congressos de Cardiologia.
Mas e quem só se movimenta aos domingos? Sabemos que qualquer decisão de se mexer é benéfica. Mas, se for só aos domingos e de modo intenso, o risco de complicações ortopédicas e cardíacas chega a aumentar 2,7 vezes, segundo pesquisa publicada no Journal of American Medical Association (JAMA). Se for apenas aos domingos, então sócaminhe e não espere resultados espetaculares. O esforço é modesto, mas melhor doque ficar parado! O recomendado é, no mínimo, três vezes por semana, de 30 a 60 minutos diariamente, com velocidade em torno de 100 metros por minuto.
avaliação médica para simples caminhadas não deve ser um obstáculo, mas não custa conhecer suas condições clinicas em uma consulta simples e um eletrocardiograma. Mais intensidade ou esportes, aí sim, inclua o teste ergométrico com um médico presente SEMPRE. Lembrando que intensidade e volume das atividades físicas não competitivas são semelhantes tanto para o gênero masculino quanto para o feminino.

Caminhar acelerado 30 minutos por dia diminui risco de ataque cardíaco.

                           


Cardiologista ressalta: pesquisas feitas na década de 90 comprovam até 
hoje a importância do exercício para reduzir os efeitos da vida sedentária.


Em 1996, o Ministério da Saúde americano publicou uma pesquisa de cinco anos feita com a sua população. A conclusão foi a de que caminhar acelerado 30 minutos por dia diminui o risco de um ataque cardíaco em 34%, tanto em homens com em mulheres. Além disso foi sugerido que subir escadas, três lances por dia, sete dias da semana, faria o mesmo efeito. As pesquisas começaram anos antes, trazendo informações para diminuir os efeitos danosos da vida sedentária.

A primeira e mais impactante foi de um pesquisador inglês, “Morris”, que publicou um estudo simples na mais importante revista médica do mundo, o “Lancet”, sobre as doenças que acometiam os funcionários dos ônibus vermelhos de dois andares de Londres quando se aposentavam. Descobriu-se que os motoristas desses ônibus, passando a maior parte do tempo sentados, tinham mais casos de infarto do miocárdio do que os cobradores que se sentavam muito pouco, subiam e desciam as escadas o tempo todo do trajeto dos ônibus.

Outra pesquisa interessante foi acompanhar por informações pessoais ou de familiares a vida médica por 16 anos de ex- alunos de Harvard. Quem manteve vida ativa fisicamente, comparado com quem ficou sedentário, foi a de que esses últimos tiveram 50% mais doenças cardiovasculares do que os ativos praticantes de esportes, corridas ou outras atividades físicas. O que chamou a atenção foi que os benefícios detectados apareciam meses depois de mantido um gasto médio semanal de 2000 calorias em exercícios físicos.
Importante: gastar calorias e exercitar-se regularmente têm ganhos para a saúde só se mantiver as atividades físicas! Não existe poupança de benefícios que você tenha feito por um tempo, parando depois , por diversos motivos. O exercício físico não é vacina para as doenças em geral. Parou? Em pouco tempo desaparecem os benefícios, fica como se nunca tivesse feito exercícios na sua vida. Vamos manter as atividades físicas em dia. Só assim você poderá buscar a saúde plena.

Coração Humano



No homem, a circulação é feita através de um sistema fechado de vasos sanguíneos, cujo centro funcional é o coração.
O coração é um órgão musculoso oco, o miocárdio, com fibras estriadas, revestido externamente pelo pericárdio (serosa). O coração é do tamanho aproximado de um punho fechado e com peso em média de 400 g, tem cerca de 12 cm de comprimento por 8 a 9 cm de largura. O coração quase sempre continua a crescer em massa e tamanho até um período avançado da vida; este aumento pode ser patológico.

Localização e funcionamento

O coração se localiza no meio do peito, sob o osso esterno, ligeiramente deslocado para a esquerda. Ocupa no tórax, a região conhecida como mediastino médio. O coração funciona como uma bomba, recebendo o sangue das veias e impulsionando-o para as artérias.

Divisão do coração

O coração é dividido por um septo vertical em duas metades. Cada metade é formada de duas câmaras; uma aurícula superior e um ventrículo inferior. Entre cada câmara há uma válvula, a tricúspide do lado direito, e a bicúspide do lado esquerdo. Estas válvulas abrem-se em direção dos ventrículos, durante a contração das aurículas. Na aurícula direita chegam as veias cava superior e inferior, e na aurícula esquerda, as quatro veias pulmonares. Do ventrículo direito sai a artéria pulmonar e do ventrículo esquerdo sai a artéria aorta.

Estrutura e funções

A atividade do coração consiste na alternância da contração (sístole) e do relaxamento (diástole) das paredes musculares das aurículas e ventrículos. Durante o período de relaxamento, o sangue flui das veias para as duas aurículas, dilatando-as de forma gradual. Ao final deste período, suas paredes se contraem e impulsionam todo o seu conteúdo para os ventrículos.
A sístole ventricular segue-se imediatamente a sístole auricular. A contração ventricular é mais lenta e mais energética. As cavidades ventriculares se esvaziam quase que por completo com cada sístole, depois, o coração fica em um completo repouso durante um breve espaço de tempo. A freqüência cardíaca normal é de 72 batimentos por minuto, em situação de repouso.
Para evitar que o sangue, impulsionado dos ventrículos durante a sístole, reflua durante a diástole, há válvulas localizadas junto aos orifícios de abertura da artéria aorta e da artéria pulmonar, chamadas válvulas semilunares. Outras válvulas que impedem o refluxo do sangue são a válvula tricúspide, situada entre a aurícula e o ventrículo direito, e a válvula bicúspide ou mitral, entre a aurícula e o ventrículo esquerdo.
A freqüência das batidas do coração é controlada pelo sistema nervoso vegetativo, de modo que o simpático aacelera e o sistema parassimpático a retarda.

Doenças do coração

As doenças cardíacas são as principais causas de mortalidade nos países desenvolvidos. Podem ocorrer em conseqüência de defeitos congênitos, infecções, estreitamento das artérias coronárias, hipertensão ou alterações no ritmo cardíaco.
A principal forma de doença cardíaca nos países ocidentais é a arteriosclerose. O acúmulo de depósito de material lipídico - colesterol - pode causar uma obstrução que tampa as artérias (trombose). Esta é a causa mais importante de um ataque cardíaco, ou infarto do miocárdio, que tem conseqüências mortais com freqüência.
A alteração do ritmo cardíaco normal (arritmia) é a causa imediata de morte em muitos infartos do miocárdio.
O problema mais grave é o bloqueio cardíaco completo. Este pode ser corrigido pela implantação de um marcapasso artificial (um dispositivo que emite descargas elétricas rítmicas), para provocar a contração regular do músculo cardíaco.

Eletrocardiograma

Um Eletrocardiograma (ECG) registra a atividade elétrica do coração. Um impulso elétrico, gerado no nódulo sino-auricular, precede cada contração do músculo cardíaco; as ondas desenhadas em um ECG traçam o trajeto desses impulsos tal como se propagam no coração. As irregularidades do ECG refletem afecções no músculo, no fornecimento de sangue ou no controle neural do coração.

                                       



VEJA NESSE VIDEO COMO ACONTECE UM ATAQUE CARDÍACO


DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA ARRITIMIA CARDÍACA

              


O diagnóstico da arritmia cardíaca pode ser feito através de exames como:
  • Eletrocardiograma;
  • Holter de 24 horas;
  • Teste ergométrico;
  • Estudo eletrofisiológico (EPS);
  • Tilt teste.
O médico cardiologista é quem deve requisitar e avaliar estes exames e não é necessário fazer todos eles para se chegar ao diagnóstico.


O tratamento para arritmia cardíaca vai depender do tipo da arritmia. Pode ser realizado através de remédios, marcapasso, mudança no estilo de vida ou em alguns casos, cirurgia de ablação.
A colocação do marcapasso cardíaco é indicada para indivíduos que possuem determinados tipos de arritmias de baixa frequência. É preciso seguir o tratamento corretamente e por toda a vida, pois alguns tipos de arritmia cardíaca podem matar.
Alguns exemplos de remédios utilizados na arritmia cardíaca são: propafenona, sotalol, dofetilida, amiodarona e ibutilida.

SINTOMAS E CAUSAS DA ARRITIMIA CARDÍACA

                       
Os sintomas de arritmia cardíaca podem ser:
  • Palpitação cardíaca, pulso acelerado;
  • Sensação de nó na garganta;
  • Tontura;
  • Desmaio;
  • Sensação de fraqueza;
  • Cansaço fácil;
  • Dor no peito;
  • Falta de ar;
  • Mal-estar
Em alguns casos, os sintomas não estão presentes e o médico só descobre a doença ao verificar o pulso do indivíduo ou  ao realizar uma ausculta cardíaca, devendo realizar um eletrocardiograma para confirmar a presença de arritmia.

As causas da arritmia cardíaca podem ser:
  • Anemia;
  • Ansiedade e stress;
  • Efeito colateral de medicamentos;
  • Uso de drogas ilícitas;
  • Exercício físico extenuante;
  • Hipotireoidismo grave;
  • Falha das células do próprio coração;
  • Doença coronariana;
  • Doenças do músculo cardíaco como miocardiopatias ou insuficiência cardíaca;
  • Doenças das válvulas cardíacas;
  • Doenças infecciosas como a doença de Chagas;
  • Alterações nas concentrações de sódio, potássio e cálcio no organismo;
  • Complicação pós-cirurgia cardíaca;
  • Doença cardíaca congênita.



ARRITIMIA CARDÍACA

                     

Arritmia cardíaca é qualquer alteração no ritmo das batidas do coração, que pode fazer com que ele bata mais rápido ou mais lento, ou simplesmente fora de ritmo. Quando o coração bate a uma freqüência menor do que 60 batimentos por 1 minuto chama-se bradicardia e quando o coração bate de forma mais acelerada, com uma frequência maior que 100 batimentos por 1 min, chama- se taquicardia. A freqüência de batimentos cardíacos em um minuto, considerada normal em um indivíduo em repouso, está entre 60 a 100.
A arritmia cardíaca pode ser benigna ou maligna, sendo as do tipo benignas, as mais comuns. As arritmias cardíacas benignas são aquelas que não alteram a função e o desempenho do coração e não trazem risco maiores de morte. Podem ser controladas com medicações e melhoram com a atividade física. Já as do tipo malignas, pioram com esforço ou exercício e  podem levar a morte.  Necessitam, na sua maioria, de implante de marcapasso ou de cardiodesfibrilador para seu controle e/ ou a sua reversão, caso as medicações orais não sejam suficientes.

  
 

SINTOMAS E CAUSAS DA ISQUEMIA CARDÍACA

                                   

Os sintomas da isquemia cardíaca podem ser:
  • Angina de peito caracterizada por dor no peito que pode irradiar para nuca, queixo, ombros ou braços;
  • Palpitações cardíacas;
  • Pressão no peito;
  • Falta de ar ou dificuldade para respirar;
  • Enjôo e
  • Pode haver vômitos.
A dor no peito causada pela isquemia cardíaca pode ser:
  • Leve: quando o indivíduo apresenta uma sensação de peso ou desconforto no peito;
  • Moderada: quando o indivíduo uma dor no peito que se agrava ao realizar exercícios;
  • Intensa: quando há dor no peito que piora com qualquer movimento ou pequeno esforço.
No entanto, a isquemia cardíaca pode não apresentar sintomas sendo somente descoberta num exame de rotina ou quando gera um ataque cardíaco.

As causas da isquemia cardíaca podem ser:
  • Devido as placas de ateroma no interior das artérias;
  • Embolia coronariana;
  • Lúpus eritematoso sistêmico;
  • Poliarterite nodosa;
  • Sífilis;
  • Doença de Takayasu;
  • Hipercoagubilidade;
  • Espasmo coronário;
  • Hipertrofia ventricular esquerda;
  • Estenose aórtica;
  • Tireotoxicose;
  • Diabetes mellitos;
  • Uso de drogas como cocaína ou anfetaminas;
  • Síndrome X.
A causa mais comum da isquemia cardíaca é a aterosclerose, e esta pode ser controlada através da prática regular de exercícios físicos, alimentação pobre em gorduras e açúcares e manutenção do peso ideal.

ISQUEMIA CARDÍACA

                            
A isquemia cardíaca é caracterizada pela diminuição da passagem de sangue pelas artérias coronárias geralmente causada pela presença de placas de gordura em seu interior, que quando não é devidamente tratada pode causar angina e infarto.

A isquemia cardíaca pode ser classificada como sendo:
  • Isquemia cardíaca crônica: caracterizada pelo acúmulo de placas de gordura no interior das artérias, cujo principal sintoma é a dor no peito que pode surgir inicialmente durante esforços mas que pode surgir também ao repouso;
  • Isquemia cardíaca transitória: caracterizada pela dor no peito que surge quando o indivíduo encontra-se sob estresse emocional e diminui em repouso;
  • Isquemia silenciosa: pode não gerar sintomas e afetar o indivíduo descansando, sentado, deitado ou dormindo, embora seja comum a dificuldade para respirar e o intenso suor ao realizar pequenos esforços.
O tratamento para isquemia cardíaca pode ser feito com a toma de medicamentos como:
  • Beta-bloqueadores para reduzir os batimentos cardíacos;
  • Estatinas para redução do colesterol;
  • Antiplaquetários para diminuir a formação de coágulos sanguíneos;
  • Nitratos para diminuir o consumo de oxigênio pelo coração.
Estes medicamentos só devem ser utilizados sob rigorosa orientação do médico cardiologista.
Nos casos mais graves quando a toma de medicamentos não é suficiente o médico poderá indicar uma cirurgia.
Alguns fatores de risco como colesterol alto, hipertensão arterial, tabagismo, sedentarismo, diabetes, apneia do sono e crises de ansiedade podem aumentar o risco de isquemia cardíaca e por isso a eliminação de todos estes fatores é importante para o tratamento.

Tabela dos limites da PRESSÃO ARTERIAL



tendo como referência as recomendações da Organização Mundial de Saúde sobre o assunto, pode-se considerar o seguinte: os valores compreendidos entre 140-160 de pressão sistólica e 90-100 de pressão diastólica correspondem a hipertensão ligeira; entre 160-180 (pressão sistólica) e 100-110 (pressão diastólica), a hipertensão é considerada moderada; acima de 180 de pressão sistólica e 110 de pressão diastólica fala-se de hipertensão grave. Por outro lado, os indivíduos com valores compreendidos entre 130-140 (pressão sistólica) e 85-90 (pressão diastólica) são já considerados de risco para desenvolver hipertensão ou pré-hipertensos.

Tratamentos para MÁ CIRCULAÇÃO


A má circulação sanguínea além de deixar as pernas inchadas pode gerar problemas maiores, como as varizes. Existem 4 tipos de tratamento para a má circulação. São eles: 
Drenagem postural: Consiste em elevar as pernas por algum tempo sobre uma almofada, 
Cirurgia endovascular: Visa desobstruir os vasos sanguíneos,
Tratamento com laser: Para os casos de varizes pequeninas e
Escleroterapia: Aplicam-se injeções no interior das varizes, diminuindo o seu tamanho.
Quem sofre de má circulação deve evitar comer comida salgada, frituras e beber em média 1,5 l de água por dia.

Má CIRCULAÇÃO SANGUINEA

                                


A má circulação é caracterizada pela passagem dificultosa do sangue pelas veias e pelas artérias que gera sintomas como por exemplo pés e mão frias.
A má circulação sanguínea é uma situação bastante comum entre as mulheres, especialmente para as que estão um pouco acima do peso ideal e que tomam a pílula anticoncepcional de forma habitual.
A má circulação nos braços, nos pés e nas pernas é doença hereditária, que pode gerar sintomas como dor e inchaço nas pernas principalmente ao final do dia, após uma longa jornada de trabalho. Embora muitas vezes os sintomas da má circulação só sejam percebidos na gravidez, devido ao aumento da quantidade de líquidos no organismo.
Os sintomas da má circulação do sangue são:
  • pés e mãos frias;
  • dor nas pernas;
  • cansaço nas pernas;
  • pele seca e escamosa;
  • sensação de formigamento nas pernas;
  • varizes;
  • pernas inchadas;
  • tornozelos inchados.
O acumulo de gordura nas veias e nas artérias são as causas mais comuns da má circulação sanguínea. A gordura acumulada dentro dos vasos deixa-os mais estreitos dificultando a passagem do sangue, especialmente nas pernas exigindo um maior eforço do coração.
Para tratar e curar a má circulação recomenda-se:
  • não tomar a pílula anticoncepcional optando por outro método contraceptivo;
  • diminuir a quantidade de sal na comida;
  • praticar atividade física regularmente;
  • usar meias de compressão elásticas;
  • não ficar muito tempo nem sentado ou de pé e
  • estar sempre dentro do peso ideal.
Uma outra dica importante é dormir com os pés sob uma almofada alta, para melhorar o retorno venoso.
Cuidados como estes são indispensáveis por quem sofre de má circulação sanguínea. Mas além disso, deve-se evitar o acumulo de gordura optando por uma alimentação saudável.
Verificar anualmente os níveis de colesterol no sangue é outro cuidado que quem sofre de má circulação deve ter pois o colesterol alto dificulta a passagem de sangue pelas artérias e gera os sintomas de má circulação.

Controle e Tratamento da HIPERTENSÃO

                                       

A hipertensão não tem cura, mas tem controle e tratamento, sendo que somente o médico poderá determinar o melhor tipo de tratamento para cada paciente. Além do tratamento, o paciente poderá adotar medidas que previnam o aparecimento da hipertensão, como:

♦ Praticar atividades físicas regularmente;
♦ Ter uma alimentação balanceada com pouco sal e gordura;
♦ Evitar o cigarro;
♦ Evitar o álcool;
♦ Controlar o diabetes;
♦ Aumentar o consumo de fibras;
♦ Controlar o estresse;
♦ Evitar drogas e medicamentos que aumentem a pressão arterial.

Prejuízos para a saúde que a HIPERTENSÃO pode causar

                                  

►AVC (acidente vascular cerebral), também conhecido como derrame;
► Ataque cardíaco;
► Insuficiência cardíaca;
► Insuficiência renal;
► Impotência;
► Problemas na vista;
► Arteriosclerose.

Fatores que podem causar HIPERTENSÃO

                              

É uma doença que tem maior incidência na raça negra e que aumenta sua probabilidade de ocorrência conforme a idade. A hipertensão pode ter causas hereditárias, mas também pode ser causada por alguns fatores, como:

→ Má alimentação (excesso de sal e gordura);
→ Obesidade;
→ Uso de certos medicamentos;
→ Estresse;
→ Sedentarismo;
→ Fatores genéticos;
→ Tabagismo;
→ Consumo de bebidas alcoólicas.

O que é Hipertensão

                                

Também chamada de pressão alta, a hipertensão é o problema médico mais comum em toda a população mundial. É uma doença silenciosa que ataca os vasos sanguíneos, coração, cérebro, olhos e pode causar a paralisação dos rins.

A hipertensão se caracteriza por ser uma pressão muito elevada nas artérias, com a pressão do sangue maior do que 140/90 mmHg, ou 14 por 9.

Geralmente a hipertensão é uma doença que não apresenta sintomas alarmantes ou claramente identificáveis, e isso faz dela uma doença perigosa. As pessoas que sofrem de casos mais graves de hipertensão têm sintomas mais claros quando a pressão se eleva demasiadamente, como dores no peito, dores de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada, palpitações e sangramento nasal.
O diagnóstico da hipertensão geralmente é feito a partir de um aparelho chamado de esfignomanômetro. 

Aterosclerose

       

A doença cardíaca coronária (DCC) é o estreitamento dos pequenos vasos sanguíneos que fornecem sangue e oxigênio ao coração. A DCC também é chamada de doença arterial coronária.
A aterosclerose é provocada pelo acúmulo de placas nas artérias que levam ao coração. Isso também pode ser chamado de ensurecimento das arterias.
A doença cardíaca coronariana (DCC) ou aterosclerose coronariana é a principal causa de mortes nos Estados Unidos, em homens e mulheres.
Material gorduroso ou outras substâncias formam acúmulo de placa nas paredes das artérias coronárias. As artérias coronárias levam sangue e oxigênio para o coração.
Este acúmulo causa o estreitamento das artérias.
Como resultado, o fluxo de sangue para o coração pode ser reduzido ou interrompido.

Um fator de risco para doença cardíaca é algo que aumenta a probabilidade de seu desenvolvimento. Alguns fatores de risco para doença cardíaca não podem ser alterados, mas outros podem. 
o DIABETES é um grande fator de risco para a doença cardíaca 
a HIPERTENSÃO aumenta os riscos de doença cardíaca e insuficiência cardíaca.Colesterol extra no sangue se acumula dentro das paredes das artérias do coração (vasos sanguíneos).
Fumantes correm mais risco de doença cardíaca.
Estar acima do peso
A falta de exercícios e sentir-se deprimido ou o acúmulo de estresse são outros fatores de risco.
Doenças renais crônicas podem aumentar seus riscos.
Homens têm um mais risco de desenvolver doenças cardíacas do que mulheres em idade fértil. Após a menopausa, o risco para mulheres é mais próximo ao de homens.
IMPORTANTE: os exercicios fisicos frequentes e uma alimentação equilibrada ajuda na diminuição dos riscos.