DIABETES GESTACIONAL

                                


A diabetes gestacional é a diabetes adquirida na gravidez que se desenvolve perto do terceiro trimestre de gestação e é uma complicação que afeta a mãe e o bebê. Provoca sintomas como visão turva e muita sede e pode ser tratada com uma dieta adequada e com o uso de insulina, nos casos mais graves.
Após o parto esse distúrbio costuma desaparecer, mas podem existir complicações como o desenvolvimento de bebês muito grandes (macrossômicos) ou de malformação fetal.,
Para identificar a diabetes gestacional recomenda-se a realização da glicemia de jejum, que não deve ultrapassar 85 mg/dl na gestante, e da curva glicêmica a partir das 22 semanas de gestação. No caso de se identificar a doença, a grávida é submetida ao controle glicêmico em intervalos curtos e regulares.
O tratamento para a diabetes gestacional é feito com a dieta sem açúcar adicionado a exercícios físicos moderados. Nos casos mais graves onde a quantidade de açúcar no sangue é muito superior ao esperado deve-se optar pela administração de insulina a fim de controlar o açúcar do sangue mantendo-o sob índices aceitáveis. Importante ser acompanhada no pre-natal de alto risco pelo obstetra para diminuir as chances de complicação.


PRISÃO DE VENTRE NA GRAVIDEZ

                                                 

A prisão de ventre na gravidez é uma situação tão normal como a presença de gases na gravidez. Mas estes distúrbios podem ser tratados com algumas medidas simples como aumentar o consumo de água, de alimentos ricos em fibras e praticar uma caminhada leve, por exemplo.


Para acabar com a prisão de ventre na gravidez recomenda-se fazer uma vitamina de iogurte natural com mamão papaia e mel e tomar diariamente no café da manhã. Um outro ótimo remédio para prisão de ventre na gravidez é comer ameixa preta seca diariamente.
Deve-se investir ainda no consumo de alimentos ricos em fibras como manga, laranja, kiwi, abóbora, chuchu, espinafre, aveia, granola, arroz e massas integrais em todas as refeições do dia.
E além disso é recomendado beber mais de 2 litros de água por dia, que pode ser consumida ainda em forma de sopas ou de sucos, embora um copo de água não tenha nenhuma caloria e seria o mais indicado para evitar o excesso de peso na gravidez.
Para quem tem dificuldade em beber água, uma boa dica é colocar uma rodela de limão ou de laranja numa jarra com água e ir bebendo aos poucos, no intervalo entre as refeições.
Outra dica importante é fazer algum tipo de atividade física,  mas devido ao peso da barriga, os mais indicados são os exercícios de alongamento muscular e as caminhadas leves.
Os supositórios não devem ser utilizados na gravidez pois não há informações científicas suficientes que comprovem a sua segurança. Contudo esta pode ser uma hipótese de tratamento quando a situação está muito grave, mas eles só devem ser utilizados sob orientação médica após avaliação do risco/benefício.
Optar pela toma de medicamentos laxantes ou supositórios para acabar com a prisão de ventre não é o melhor caminho a seguir, visto que é possível regularizar a função intestinal com medidas simples como alimentação correta e uma boa hidratação.



PRESSÃO ALTA NA GRAVIDEZ

                    


A PRESSÃO ALTA na gravidez é uma doença que atinge muitas mulheres, ela é perigosa e pode trazer danos à mãe e ao bebê.
A gravidez pode levar ao aumento da pressão em mulheres que nunca sofreram de pressão alta e pode agravar a situação naquelas que já sofrem com a doença.
Geralmente a pressão varia durante a gravidez, no primeiro trimestre é normal que a pressão abaixe um pouco e que ela volte a subir a partir do segundo trimestre.
Ainda não se sabe ao certo porque essas alterações ocorrem e nem há como prevenir a hipertensão na gravidez, mas se sabe que existem alguns fatores que podem aumentar as chances da mulher ter a pressão alta na gravidez como: ser a primeira gravidez, se a mulher tiver mais de 35 anos, obesidade, gravidez de gêmeos e a diabetes.
Se a grávida não tiver problemas de pressão, recomenda-se verificar a pressão arterial 1 vez por mês, mas se ela for hipertensa recomenda-se verificar a pressão diariamente.

PRESSÃO BAIXA NA GRAVIDEZ: O QUE FAZER

                                 


Em casos de pressão baixa na gravidez, algumas medidas podem ser tomadas para prevenir e evitar o desmaio, dentre as quais pode-se destacar:
  • Caso esteja andando sozinha na rua, deve parar, respirar fundo, sentar e posicionar a cabeça entre os joelhos por alguns minutos;
  • Se puder, é preferível deitar numa posição confortável e elevar as pernas para ajudar a normalizar o fluxo sanguíneo;
  • Ter sempre algo salgado na bolsa, como bolachas de sal, frutos secos ou saquinhos de sal;
  • Ingerir bastante líquido para evitar a desidratação e diminuição do volume de fluxo sanguíneo, mas em pequenas quantidades e dar preferência a sucos de frutas, se estiver em jejum há muito tempo;
  • Verificar se algum dos medicamentos que está usando tem efeitos sobre pressão arterial;
  • Evitar permanecer por longos períodos em ambientes muito quentes e úmidos;
  • Ingerir mais líquido que o habitual e evitar bebidas como álcool, refrigerantes e café;
  • Praticar exercícios físicos leves regularmente, pois possuem efeitos benéficos sobre a circulação sanguínea e a pressão arterial;
  • Evitar mudanças bruscas de posição.
Procure um médico para avaliação clínica, se as crises de hipotensão se repetirem. Apesar de não ser comum, a pressão baixa pode ser sinal de alguma doença, que necessita ser investigada e tratada, antes que coloque em risco a gravidez. Caso os sintomas de desmaio e pressão baixa persistirem por mais de 15 minutos, a grávida deve ser encaminhada com urgência para o hospital mais próximo.

PRESSÃO BAIXA NA GRAVIDEZ É NORMAL?

                           


A pressão baixa na gravidez é normal no primeiro trimestre pois ocorrem muitas alterações no aparelho circulatório da mulher. No primeiro trimestre da gestação, quando a placenta é formada, vai ocorrer um aumento da necessidade de sangue, o qual deve agora suprir a circulação sanguínea da mãe e da placenta contendo o pequeno embrião. Nesta fase inicial, o organismo da mulher ainda não teve tempo suficiente para essa adaptação e não consegue suprir a quantidade extra de sangue necessário, podendo causar a pressão baixa em determinadas circunstâncias.
Muitas mulheres grávidas, principalmente as que já tinham tendência a pressão baixa, podem sentir tonturas, que é o primeiro sinal de hipotensão. Isso pode acontecer quando mudam rapidamente de posição, por exemplo, quando se levantam, depois de estarem sentadas ou deitadas por um londo período ou quando se levantam da cama de manhã. O ideal nesses casos, é levantar mais devagar, sentar por alguns minutos e só depois levantar, de preferência com apoio. A pressão baixa pode ser exacerbada nas grávidas que vomitam frequentemente, especialmente durante o primeiro trimestre.

PRESSÃO BAIXA NA GRAVIDEZ

                                  

A pressão baixa na gravidez pode causar desmaios e consequentemente, quedas, trazendo grandes riscos para a gestante e para o bebê. Para reverter a pressão baixa na gravidez recomenda-se evitar mudanças bruscas de posição, beber bastante líquidos, evitar bebidas como álcool, refrigerantes e café, ter sempre algo salgado na bolsa e evitar ambientes muito quentes.

O principal risco de pressão baixa na gravidez é o desmaio, podendo levar a uma queda. Na mulher grávida, o sangue vai ser distribuído por uma área maior, diminuindo a pressão sobre os vasos, gerando a hipotensão. Se isso acontecer e as medidas necessárias não forem tomadas da forma adequada, pode causar uma perda súbida de consciência.  Este quadro só começa a se estabilizar a medida que o volume de sangue aumenta e o organismo da grávida começa a adaptar-se a quantidade de sangue maior, que pode chegar até 50% mais que o habitual. Só nessa fase a pressão tende a voltar ao normal, sendo necessário portanto, todo o cuidado e atenção, especialmente quando for sair sozinha.

Saiba o que é SÍNDROME DO ALCOOLISMO FETAL

                           


Os recém-nascidos com síndrome do alcoolismo fetal são pequenos para a idade gestacional e possuem uma cabeça pequena, indicando um mau crescimento cerebral intrauterino. 
Outras características de malformações que podem ocorrer em filhos de mães que consumiram grande quantidade de álcool durante a gravidez são: os olhos pequenos, o achatamento da parte média da face, pregas anormais nas palmas das mãos, defeitos cardíacos, anomalias articulares e retardo mental.
A síndrome do alcoolismo fetal afeta os recém-nascidos de mães que fizeram uso de bebidas alcoolicas durante a gestação. Mesmo a ingestão de pequenas quantidades de álcool não possuem evidência científica de ser segura.

ALCOOLISMO NA GRAVIDEZ

                        


O consumo de álcool assim como o uso de drogas durante a gravidez pode ter efeitos negativos no desenvolvimento do bebê.
Não existem evidências ciêntíficas sobre a quantidade segura de ingestão de bebidas alcoólicas pela mãe. Sabe-se porém que o consumo de álcool durante a gestação pode causar malformações nos bebês e até retardos mental, especialmente quando a mãe consome grandes quantidades de álcool ou embebeda-se. 
Sendo assim, independente da idade gestacional, não é aconselhável que a mulher consuma bebidas alcoólicas durante a gravidez sob o risco de provocar aborto espontâneo ou SÍNDROME DO ALCOOLISMO FETAL.

REMÉDIO PARA ENJÔO NA GRAVIDEZ

                 


A abobrinha é um ótimo remédio caseiro para diminuir grandemente os enjôos comuns do início da gravidez. Além disso ela é rica em ácido fólico e em magnésio,que são nutrientes essenciais para a formação do bebê.
O magnésio  contribui na absorção do cálcio pelos ossos e na assimilação de proteínas e hidratos de carbono, além de ter função relaxante. E o ácido fólico previne doenças neurológicas e na contribui para a formação perfeita da coluna vertebral.
Deve-se comer a abobrinha diariamente, de diversas formas, assada, ensopada, nas saladas, cozida juntamente com carnes e etc.

FEBRE NA GRAVIDEZ PODE PREJUDICAR O BEBÊ

                  


A febre acima dos 39ºC durante a gravidez pode prejudicar o bebê e até mesmo levar a um aborto espontâneo, pois ela pode estar sendo causada por alguma infecção. Pior ainda é o prognóstico se houver uma infecção intrauterina como as causadas por Rubéola, Toxoplasmose e outras.
Recomenda-se que se a grávida tiver uma febre superior a 37.8ºC  ligue para o seu médico para que este indique o melhor tratamento, geralmente hidratação, repouso e paracetamol e um saco de água fria na cabeça, no pescoço e nas axilas são eficazes para controlar a febre.
Usar roupas frescas e evitar tomar bebidas quentes como chás e sopas também são maneiras de controlar a febre.
É importante ter atenção à noite, pois ao dormir a febre pode aumentar e a mulher não percebê-la, por isso o ideal é que tenha alguém que venha verificar a febre a cada 2 horas pelo menos, enquanto ela descansa.
Se mesmo seguindo as orientações acima a febre não ceder, recomenda-se ir ao hospital rapidamente.

RESFRIADO NA GRAVIDEZ

                                         


Os únicos remédios para curar gripes e resfriados na gravidez são os analgésicos a base de paracetamol e a vitamina C.
As grávidas não estão aconselhadas a tomar nenhum outro tipo de remédio para a gripe, pois estes podem vir a causar problemas no bebê. Como o seu corpo ainda não está devidamente formado, o fígado dele vai ficar sobrecarregado e isso pode ter consequências graves.
Por isso, a grávida deve somente tomar chás de menta ou limão, tomar uma mistura de mel com laranja e se a garganta estiver irritada, pode-se experimentar fazer um gargarejo com água e sal.
A dose diária recomendada de vitamina C é de 60mg por dia.
A alimentação e a hidratação também são fundamentais para a boa recuperação. Dê preferência a alimentos cozidos ou crus e beba muita água.

AZIA NA GRAVIDEZ

                              

Ter azia na gravidez é normal. Isso porque nesta fase a digestão fica mais lenta, devido ao aumento da progesterona na corrente sanguínea e também ao acúmulo de gases no estômago, facilitando o refluxo do bolo alimentar, cheio de ácido, para a garganta.


Os principais sintomas da azia na gravidez são a queimação no esôfago e na garganta e aquela sensação de má digestão. Para evitar este desconforto, recomenda-se seguir algumas mudanças simples na alimentação, como evitar comer alimentos gordurosos, ácidos, fritos, muito condimentados e bebidas alcoólicas ou qualquer outro líquido durante a refeição, comendo sempre em pequenas porções de cada vez.

Tratamento para azia na gravidez

Como forma ideal de tratamento para azia na gravidez, recomenda-se:
  • Evitar alimentos ácidos e gordurosos como laranja, limão, tangerina, abacaxi, kiwi, acerola, tomate, mostarda, vinagre, maionese, coco, granola, nozes, café, chocolate, refrigerante, cerveja, vinho e sucos industrializados
  • Comer mais frutas como pera, maçã, manga, pêssego bem maduro, mamão, banana e uvas
  • Mastigar bem todos os alimentos. Isso aumenta a produção de saliva facilitando a digestão
  • Não deitar-se após comer. Fique sentada ou caminhe lentamente
  • Não usar roupas apertada na barriga e no estômago
  • Comer pequenas porções de cada vez
  • Dormir com um travesseiro alto, ou colocar um calço de 10cm na cabeceira da cama
  • Não fumar ou evitar a exposição ao cigarro
  • Só beber água ou outros líquidos entre as refeições.
Se na hora da refeição a grávida já estiver com azia, optar por comer legumes e frutas cozidas é o mais indicado.

Remédio para azia na gravidez

Se a azia for constante ou muito forte e não aliviar com cuidados acima citados, o médico poderá indicar um remédio à base de magnésio ou de cálcio, como as pastilhas de Magnésia Bisurada, por exemplo. Mas, qualquer medicamento só deve ser tomado sob orientação médica, pois pode ser prejudicial para o desenvolvimento do bebê.

O que tomar para a azia na gravidez

Tomar uma colher de Milanta plus é também uma das opções para acabar com a azia na gravidez, mas este, como qualquer outro medicamento, deve ser receitado pelo obstetra.
Nesta fase, optar por remédios caseiros é sempre a melhor solução. Tomar um gole de suco de limão puro ou comer uma banana bem madura constituem ótimos remédios caseiros para azia na gravidez, pois não têm contraindicações.

CONSTIPAÇÃO NA GRAVIDEZ

                       



A constipação na gravidez, também conhecida por prisão de ventre, é muito comum e pode causar dor abdominal, inchaço, hemorroidas e pode até mesmo interferir no trabalho de parto, dificultando a passagem do bebê.
Mulheres que já sofriam de prisão de ventre antes de engravidar podem ter o quadro agravado durante a gravidez por que a progesterona, hormônio abundante na gravidez, causa uma lentidão no sistema digestivo e por isso os alimentos permanecem mais tempo no intestino, piorando esta condição.

Tratamento para constipação na gravidez

Para o tratamento da constipação na gravidez, aconselha-se:
  • Aumentar o consumo de alimentos ricos em fibras, como mamão, alface, aveia e gérmen de trigo;
  • Beber pelo menos 2 litros de água diariamente e
  • Praticar exercícios físicos de forma leve, mas regular. Pode ser uma caminhada de 30 minutos diariamente, por exemplo.
Se a grávida observar sangramentos nas fezes, ou ficar sem evacuar durante muitos dias deve informar o médico e este poderá indicar o uso de um micro clister, por exemplo.

HEMORRÓIDAS NA GRAVIDEZ

                    



Ter hemorróidas na gravidez é relativamente normal e elas podem ser tratadas de forma natural, trazendo alívio quase imediato dos sintomas.
Seu surgimento na gravidez deve-se ao aumento do peso corporal e da pressão exercida na região pélvica, mas elas são mais comuns em mulheres que já apresentavam prisão de ventre antes de engravidar.

Tratamento para hemorróidas na gravidez

O tratamento para hemorróidas na gravidez pode ser feito com:
  • Cuidados de higiêne como: não usar papel higiênico, limpando-se sempre com água morna e sabonete neutro após urinar ou defecar;
  • Usar uma pomada para hemorróida receitada pelo médico;
  • Fazer banhos de assento com plantas medicinais como hamamélis, por exemplo.
A grávida deve ter especial atenção ao uso dos medicamentos e pomadas. Elas só devem ser utilizadas sob orientação médica, após avaliar o risco/benefício, pois o medicamento poderá chegar até o bebê.

Sintomas de hemorróidas na gravidez

São sintomas de hemorróidas na gravidez:
  • Dor anal;
  • Dor ao evacuar, andar e/ou sentar;
  • Coceira no ânus;
  • Sangue vermelho vivo ao redor das fezes ou no papel higiênico após limpar-se;
  • Saliência no ânus, quando trata-se de hemorróida externa.

Cirurgia para hemorróidas na gravidez

A cirurgia para hemorróidas na gravidez só deve ser realizada se todas as alternativas terapêuticas forem insuficientes, se a situação for insuportável para a mulher e se o bebê não correr nenhum risco.
A hemorróida externa não impede o trabalho de parto normal e não justifica uma cesária, mas isto vai depender do desejo da mulher e da opinião do médico.
As hemorróidas que surgem durante a gravidez tendem a desaparecer no pós parto, mas algumas mulheres podem permanecer com elas durante alguns meses, neste caso recomenda-se a consulta a um proctologista e o uso de remédios caseiros, especialmente se a mulher estiver amamentando.


DIARRÉIA NA GRAVIDEZ

                    


A diarréia na gravidez deve ser tratada muito rapidamente para que o corpo não deixe de absorver  água, vitaminas e mineras tão importantes para a saúde da grávida e do bebê.
Para tratar a diarréia na gravidez é importante não comer alimentos fritos e:
  • ao longo do dia beber água filtrada ou fervida, água de coco e suco de frutas
  • comer arroz cozido com cenoura
  • macarrão sem molho e torradas sem nada
  • frutas cozidas e sem casca como, maçã, pera ou banana
  • mingau de farinha de arroz
  • iogurtes
  • frango ou peru sem pele, cozido ou grelhado
A diarréia na gravidez é grave quando a grávida evacua mais de 3 vezes no mesmo dia fezes líquidas, ou quando as fezes líquidas embora menos frequentes se repetem por vários dias.
Evite comer sobras de alimentos de refeições anteriores, porque embora normalmente pudesse não causar nenhum problema, durante a gravidez o seu sistema digestivo pode estar mais sensível.

Medicamentos proibidos de usar no período de GRAVIDEZ

                        

A organização que regulamenta a classificação de medicamentos nos Estados Unidos (FDA)classificou os medicamentos que são proibidos na gravidez, de acordo com a gravidade e consequências para a vida e saúde do bebê e da mãe, que o uso de cada remédio pode trazer. Segue uma lista dos princípios ativos que oferecem maiores riscos:


  • Risco X - Acenocumarol; Warfarina; Ganciclovir; Podofilina.
  • Risco D - Amitriptilina; Espironolactona, Pentobarbital, Azatioprina, Estreptomicina, Primidona, Benzodiazepinas, Fenitoína, Procarbazina, Bleomicina, Fenobarbital, Propiltiouracilo, Ciclofosfamida, 5-Fluouracilo,• Propiltiouracilo, Cisplatino, Hidroclorotiazida, Tatraciclinas, Citarabina, Imipramina, Clobazam, Kanamicina,Triamterene, Clorambucil, Mebendazol, Valproato, Clorazepato, Meprobamato,vinblastina, Cortisona, Mercaptopurina, Vincristina, Daunorrubicina, Metadona, Zidovudina, Doxorrubicina, Metotrexato, Enalapril, Penicilamina.
Segundo a classificação dos medicamentos, os que têm risco X não devem ser utilizados durante a gravidez porque estudos revelaram anormalidades no feto ou evidências de risco para o feto. Os riscos durante a gravidez são superiores aos potenciais benefícios e por isso recomenda-se não usar em hipótese alguma durante a gravidez.
Os medicamentos com risco D não devem ser utilizados durante a gravidez pois não há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício justificar o risco potencial como em situação de risco de vida ou em caso de doenças graves para as quais não se possa utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes.



Classificação da GRAVIDADE e SEVERIDADE do uso de medicamentos na GRAVIDEZ

                                         

Estes riscos são classificados em cinco categorias : A, B, C, D, e X, que indicam a gravidade ou severidade do risco que o medicamento representa para o bebê.

Risco A  -  Não há evidência de risco em mulheres. Estudos bem controlados não revelam problemas no primeiro trimestre de gravidez e não há evidências de problemas nos segundo e terceiro trimestres.


Risco B - Não há estudos adequados em mulheres. Em experiência em animais não foram encontrados riscos, mas foram encontrados efeitos colaterais que não foram confirmado nas mulheres, especialmente durante o último trimestre de gravidez.
Risco C - Não há estudos adequados em mulheres. Em  experiências animais ocorreram alguns efeitos colaterais no feto, mas o benefício do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez.
Risco D - Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício justificar o risco potencial. Em situação de risco de vida ou em caso de doenças graves para as quais não se possa utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes.
Risco X - Estudos revelaram anormalidades no feto ou evidências de risco para o feto. Os riscos durante a gravidez são superiores aos potenciais benefícios. Não usar em hipótese alguma durante a gravidez.

Risco no uso de medicamentos na GRAVIDEZ



O uso de medicamentos em geral, tanto em lactentes,crianças,adultos e idosos.
Muitas vezes não é respeitado as interações e os tipos e seus efeitos colaterais.
A maior preocupação do ministério da saúde é o uso em mulheres em período de gravidez, que sem acompanhamentos médicos e falta de informações pode causar sérios riscos a mãe e principalmente o feto.
Por isso antes de usar algum medicamento, e principalmente aqueles que podem ser vendidos sem receita médica. EX:  ( DORFLEX,MULTIGRIP,FLANAX,ALIVIUM,ETC...) Sempre consultar antes de tudo um médico (recomendado) e o farmacêutico.

autor:  josé alissandro