HEMORRÓIDAS

As hemorroidas são veias que estão presentes no canal anal, responsáveis por protegê-lo. Quando isso não ocorre surge inflamação e dor acompanhada de sangramento, atingindo tanto homens como mulheres. A doença hemorroidária corresponde à dilatação de tais veias.

As principais causas são alimentação desbalanceada e o uso da força ao defecar. Esse problema, muitas vezes, pode ser hereditário e pode surgir em grávidas em razão da quantidade de hormônios que aumenta nesse período, causando inflamação das hemorroidas.
Estima-se que cerca de 5% da população possua a doença, que, sendo diagnosticada no início, é combatida com a utilização de pomadas e supositório. No entanto, se o caso estiver adiantado é recomendada cirurgia.
Existe classificação de hemorroidas:
As hemorroidas podem ser classificadas em internas e externas, ambas provocam muito desconforto e apresentam sintomas semelhantes, como sangramentos.

A hemorroida interna ou de 1º grau é menos grave, seu tratamento é simples, utiliza-se medicamentos como pomadas.
A externa é mais grave, chamada também de 2º grau, provoca dores constantes e muitas vezes é necessária a realização de cirurgia para a retirada das veias dilatadas.

Saiba o que é BURSITE

                                            


A bursite é uma inflamação da Bursa (bolsa sinovial) – uma bolsa que contém líquidos que facilitam o deslizamento de músculos ou tendões sobre ossos. A inflamação ocorre graças a lesões que podem ser traumáticas, infecciosas ou até mesmo tumorais. Normalmente essa inflamação ocorre em ombros, cotovelos e joelhos, mas pode ocorrer em qualquer bolsa sinovial.
 A mais comum é a bursite no ombro, que pode ser desencadeada por diversos motivos, estando geralmente associada a movimentos repetitivos. É comum acometer esportistas, como tenistas que fazem movimentos bruscos durante o jogo. Também pode acometer professores que passam grande parte do dia escrevendo no quadro. Ela pode ocorrer até mesmo em pessoas que não fazem exercícios corretamente em academias.
Uma pessoa com bursite normalmente sente uma dor local e, algumas vezes, pode ser percebido certo inchaço na área. Vale destacar que diversas funções rotineiras podem ser prejudicadas, uma vez que a dor provoca dificuldade de movimento. Quando ocorre em ombros, por exemplo, atividades que necessitam do levantamento do braço tornam-se extremamente dolorosas.
O diagnóstico é feito através do relato do paciente e pode ser complementado com exames como ultrassom e ressonância. Após o diagnóstico, o primeiro passo é descobrir o que causou a bursite e tomar providências a respeito da atividade desencadeadora do problema.
Para o tratamento da bursite, normalmente são indicadas aos pacientes compressas de gelo no local, pois elas diminuem o inchaço. Alguns médicos indicam analgésicos, anti-inflamatórios e até acupuntura para aliviar a dor. É importante também que o paciente fique em repouso, evitando movimentos que possam atingir a área afetada. A fisioterapia também é indicada.
Para se prevenir a bursite é importante que antes de toda e qualquer atividade física sejam realizados aquecimento e alongamento. Além disso, é importante que, ao realizar atividades repetitivas, sejam feitos intervalos. Caso a dor apareça, é necessário diminuir o ritmo ou até mesmo parar tal atividade.
Lembre-se de seguir todas as recomendações médicas e só retornar as atividades quando estiver completamente curado. A bursite não tratada pode levar a lesões sérias, podendo levar à rigidez do local acometido.



TENDINITE DE AQUILES

                                     

A tendinite de Aquiles é quando o tendão de Aquiles fica inchado, inflamado e dolorido no calcanhar.
O tendão de Aquiles conecta os músculos da panturrilha ao osso do calcanhar. Ele é usado para andar, correr e pular.
Existem dois músculos grandes na panturrilha: o gastrocnêmio e o sóleo. Esses músculos geram a força para empurrar com o pé ou ficar na ponta do pé. O grande tendão de Aquiles conecta esses músculos ao calcanhar.
Esses músculos são importantes para caminhar. Esse tendão pode inflamar como resultado da superutilização ou de artrite. A inflamação pode ocorrer com lesões e infecções.
A tendinite devido à superutilização é mais comum em jovens. Ela pode ocorrer em pessoas que caminham, correm ou em outros atletas. Esportes como o basquete exigem pulos que colocam muito estresse sobre o tendão de Aquiles. Vários pulos podem levar à tendinite de Aquiles.
É mais provável que a tendinite de Aquiles ocorra:
  • Depois do aumento súbito da quantidade ou da intensidade de uma atividade
  • Quando os músculos da panturrilha ficam muito contraídos (não são alongados)
A tendinite proveniente da artrite é mais comum em pessoas de meia idade e idosos. Um osteófito pode se formar na parte de trás do osso do calcanhar. Isso pode irritar o tendão de Aquiles e causar dor e inchaço.
Os sintomas incluem dor no calcanhar e no tendão ao andar ou correr. A área pode ficar dolorida e rígida pela manhã.
O tendão pode ficar dolorido para tocar ou mover. A pele sobre o tendão pode ficar inchada e quente. Você pode ter dificuldade para ficar na ponta do pé.

TRATAMENTO PARA TENDINITE

                           

O objetivo do tratamento para tendinite é aliviar a dor e reduzir a inflamação.
Repouso ou imobilização dos tendões afetados é útil para a recuperação. Pode-se conseguir isso utilizando uma tala ou um suporte removível. A aplicação de calor ou frio na área afetada pode ajudar.
Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como aspirina e ibuprofeno, também podem reduzir a dor e a inflamação. Injeções de esteroides na bainha do tendão podem ser muito úteis no controle da dor, permitindo a prática da fisioterapia.
Fisioterapia que alongue e fortaleça o músculo e o tendão é essencial. Isso pode restaurar a habilidade do tendão de funcionar corretamente, agilizar a cura e prevenir lesões futuras.
Raramente é necessária uma cirurgia para remover fisicamente o tecido inflamatório ao redor do tendão.
  • Evite movimentos repetitivos e excesso de uso de braços e pernas.
  • Mantenha todos os músculos fortes e flexíveis
  • Aqueça-se fazendo movimentos em um ritmo lento antes de iniciar uma atividade vigorosa

TENDINITE

                                             

A tendinite é a inflamação, lesão e inchaço de um tendão, que é uma estrutura fibrosa que une o músculo ao osso. Em muitos casos, a tendinite (degeneração do tendão) também está presente.

A tendinite pode acontecer como um resultado de lesão, excesso de uso ou envelhecimento, uma vez que o tendão vai perdendo a elasticidade. Também pode ser vista em pessoas com doenças sistêmicas, como artrite reumatóide ou diabetes.

A tendinite pode surgir em qualquer tendão, mas alguns locais mais frequentemente afetados incluem:
  • Colovelo
  • Calcanhar(tendinite de aquiles)
  • Ombro
  • Pulso

OTITE CRÔNICA

O que é otite  crônica ?

         A otite crônica é quando a inflamação da orelha já existe há mais tempo, normalmente há muitos anos. O paciente com otite crônica costuma apresentar  secreção no ouvido (ouvido purgando, o que é chamado pelos médicos de otorreia),  que vai e volta, muitas vezes sem dor.
         A otite crônica normalmente é consequência de uma  perfuração do tímpano . Com o tempo, além do tímpano perfurado, os ossículos (martelo, bigorna e estribo) que ficam dentro do ouvido também começam a erodir (serem corroídos pela inflamação).
         Quem tem otite crônica deve evitar a todo custo molhar o ouvido doente, pois isso quase sempre desencadeia inflamações e períodos de secreção pelo ouvido.

OTITE EXTERNA

O ouvido de nadador é mais comum entre adolescentes e jovens adultos. Raramente, é observada juntamente com infecção do ouvido médio (otite média) ou infecções respiratórias superiores, como resfriados.
Nadar em água poluída pode causar ouvido de nadador. Bactérias hidrofílicas, como Pseudomonas, assim como outras bactérias ou fungos (em casos raros), podem causar infecções auditivas.
Outras causas de ouvido de nadador incluem:
  • Coçar o ouvido ou dentro do ouvido
  • Inserir algo dentro do ouvido
Tentar remover a cera do canal do ouvido com cotonetes ou pequenos objetos pode irritar ou danificar a pele.
O ouvido de nadador prolongado (crônico) pode ser decorrente de:
  • Reação alérgica a algo inserido no ouvido
  • Condições cutâneas crônicas, como eczema ou psoríase

Sintomas de Otite externa

  • Secreção do ouvido amarelo, amareloesverdeado, com aparência de pus ou odor fétido
  • dor de ouvido, que pode piorar ao puxar o ouvido externo
  • Perda auditiva
  • Coceira no ouvido ou no canal auditivo
Geralmente, são administrados remédios para ouvido contendo antibióticos, por 10 a 14 dias. Se o canal auditivo estiver muito inchado, uma mecha pode ser inserida no ouvido para permitir que as gotas cheguem até o final do canal. Seu médico pode mostrar como fazê-lo.
Outros tratamentos podem incluir:
  • Os antibióticos podem ser ingeridos por via oral no caso de infecção do ouvido médio ou infecção que se espalhe além do ouvido
  • Corticosteroides para reduzir a coceira e a inflamação
  • Medicamento para dor, como acetaminofeno (Tylenol) ou ibuprofeno (Advil, Motrin)
  • Gotas de vinagre no ouvido (ácido acético)
Indivíduos com ouvido de nadador crônico podem precisar de tratamentos prolongados ou repetitivos para evitar complicações.
Colocar algo aquecido contra os ouvidos pode reduzir a dor.

OTITE MÉDIA

A otite média aguda é uma infecção bacteriana que se desenvolve no ouvido médio causando sintomas como dor de ouvido e febre. É muito comum nos bebês e nas crianças pequenas e muitas vezes é consequência de uma gripe.
Na otite média, as bactérias da garganta alcançam o ouvido através da ligação que existe entre o ouvido e a garganta chamada de trompa de Estáquio, provocando a infecção e seus sintomas. Nas crianças pequenas isto é comum devido a anatomia da região.
A otite média gera sintomas como:
  • Dor de ouvido;
  • Irritabilidade;
  • Dor de cabeça;
  • Dificuldade na alimentação;
  • Febre;
  • Apatia.
O tratamento para a otite média é feito com a toma de analgésicos e antiinflamatórios pelo tempo determinado pelo médico. Para aliviar a dor de ouvido, o que se pode fazer é colocar uma bolsa de água quente próximo a região dolorida por 20 a 30 minutos.

OTITE

                                          

A otite é uma infecção no ouvido muito comum em bebês e em crianças pequenas que gera sintomas como febre, irritabilidade e dificuldades na alimentação e que deve ser tratada o quanto antes para evitar as graves consequências que ela pode gerar.
A otite pode ser aguda, quando têm um início súbito; crônica, quando vai piorando com o passar do tempo, ou de repetição, quando ocorre 4 vezes por ano ou mais.
As causas da otite podem ser a presença de vírus, bactérias ou, raramente, fungos. É comum que nas crianças ela seja precedida de infecções respiratórias como gripes e resfriados, mas o uso indevido de cotonetes também pode causar otite.
Outra causa comum de otite em bebês é mamar na posição horizontal, que é a mais tradicional.
No verão ela pode ser causada por causa da água que eventualmente entre no ouvido ao frequentar piscinas e praias, o que facilita o desenvolvimento do processo infeccioso. No inverno ela pode ser consequência de uma gripe ou resfriado, principalmente  nas crianças que frequentam a creche.
Os sintomas da otite são:
  • Dor de ouvido, que nos bebês pode manifestar-se por choro, irritabilidade e não ter posição para encostar a cabeça;
  • Recusa alimentar. No caso da otite é comum os bebês terem dificuldade até mesmo para mamar;
  • Pode haver nariz escorrendo;
  • Dificuldade para dormir devido a dor;
  • Febre;
  • Inatividade. A criança pode ficar mais tempo quieta, querer dormir mais vezes ou por mais tempo.
Em alguns casos, o ouvido pode ficar com mal cheiro e pode haver pus. Este é um caso mais grave de otite e a audição pode ficar comprometida temporariamente ou permanentemente.
Normalmente para o tratamento da otite são utilizadas gotas para o ouvido contendo antibiótico, corticosteróide e  ácido acético. Os analgésicos como o acetaminofeno ou a codeína podem ajudar a reduzir a dor até a inflamação começar a reduzir. Os antibióticos orais como a cefalexina são uma opção válida quando a infecção evolui para além do canal auditivo.

AMIGDALITE CRÔNICA

                        

A amigdalite crônica resulta da cronificação dos tecidos amigdalianos por um excessivo número de infecções das amigdalas.

Quando isso ocorre, o tecido fica propenso a apresentar dois grandes problemas. O primeiro deles é a proliferação bacteriana: esse tecido funciona como reserva e acúmulo de bactérias, o que propicia e facilita o aparecimento de infecções. O segundo problema é a suscetibilidade do tecido em acumular alimentos, funcionando como depósito. Isso é a principal causa de mau-hálito.

AMIGDALITE AGUDA

                              

é uma doença de cariz infecciosoque afeta as amígdalas, órgãos situados ao fim da língua, cuja sua função principal é a proteção do organismo contra corpos estranhos, através da realização de uma barreira e filtragem dos mesmos. Geralmente este tipo de problema poderá ser causado essencialmente por vírus ou bactérias. Para além da amigdalite aguda, a entrada de vírus e bactérias no nosso organismo também pode originar uma amigdalite crónica ou subaguda. Sendo estas também geradas devido a infeções.
Quanto à amigdalite aguda, pode-se afirmar que esta, é um problema que tende a manifestar-se com mais regularidade em crianças com idades compreendidas entre os 3 e 5 anos.
é um problema que surge maioritariamente de uma forma repentina, por isso raramente apresenta quaisquer sinais. Contudo surge quase sempre acompanhada de febre, coceira, falta de apetite, mal-estar, vermelhidão, dores de garganta, inflamação, dores de cabeça, mau hálito, e em alguns casos pode mesmo vir a dar-se formação de pus sobre a zona inflamada, nomeadamente nas amígdalas.
Quanto ao seu diagnóstico, antes de mais é fundamental procurar saber se tem mesmo amigdalite e qual é o agente que desencadeou a formação da amigdalite aguda. Para isso o seu médico deverá fazer uma análise a uma pequena amostra do tecido infetado. Ao analisar o tecido infetado caso sejam encontradas placas brancas ou vermelhas, dá-se a confirmação que tem mesmo amigdalite aguda. Logo o passo seguinte é identificar o agente causador, de forma a que lhe seja prescrito o tratamento mas indicado.


AMIGDALITE BACTERIANA

                                

Amigdalite bacteriana é uma inflamação das amígdalas, estruturas localizadas na garganta, causada por bactérias cujas mais frequentes são os Streptococcus . Seu diagnóstico é feito pelo médico com base nos sintomas que o indivíduo apresenta e pode ser necessário verificar qual a bactéria causadora da doença para indicar o melhor antibiótico.

São sintomas da amigdalite bacteriana:
  • Febre alta;
  • Dor de garganta;
  • Calafrios;
  • Pontos brancos na garganta (pus);
  • Dificuldade para engolir;
  • Garganta inflamada.
Para o tratamento da amigdalite bacteriana é recomendado tomar os antibióticos receitados pelo médico. O tratamento com antibióticos derivados da penicilina como amoxicilina pode ser feito por 10 dias, e nos indivíduos alérgicos a penicilina pode-se utilizar a Azitromicina por 5 dias.
A amigdalite bacteriana é contagiosa e por isso enquanto os sintomas da doenças persistirem deve-se evitar o contato com o indivíduo e ele sempre que tossir ou espirrar deverá colocar um lenço de papel à frente do rosto e depois jogá-lo no lixo. 
Para complementar o tratamento da amigdalite bacteriana o que se pode fazer é realizar gargarejos com água morna e sal diariamente pois isto alivia a dor de garganta inflamada.

AMIGDALITE VIRAL

                                            

Normalmente as amigdalites virais são acompanhadas de outros sinais de infecção das vias respiratórias, como sonstipação nasal, espirros, tosse, conjuntivite e rouquidão. Infecções respiratórias de origem viral normalmente não causam sintomas restritos à faringe ou amígdala. Outra forma de detectar se a amigdalite é viral é o facto de, apesar da garganta ficar muito inflamada, não ser comum haver pus.
Como se pode ver, a distinção entre amigdalites virais e bacterianas é importante, já que os tratamentos são diferentes. Se houver suspeita de faringite viral, o indicado é repouso, hidratação e sintomáticos.

As amigdalite virais normalmente duram apenas quatro ou cinco dias e se curam sozinhas. Não é preciso, nem é indicado, o uso de antibióticos. Se os sintomas forem muito incômodos, pode-se usar anti-inflamatórios por dois ou três dias. De resto, repouso e boa hidratação.

AMIGDALITE

                                 

Amigdalite é a inflamação da amígdalas que são gânglios linfáticos presentes no fundo da garganta que atuam defendendo esta região de vírus e bactérias. Ela causa sintomas como dor de garganta, dificuldade para engolir e febre, e seu tratamento deve ser feito com a toma dos remédios indicados pelo médico, embora soluções caseiras como o gargarejo com água salgada possam ser úteis.

As causas da amigdalite estão relacionadas à presença de vírus ou bactérias na região, principalmente quando o indivíduo encontra-se com o sistema de defesa comprometido.

GARGAREJO DE ARNICA PARA GARGANTA INFLAMADA

                                          


Ingredientes

  • 1 colher (chá) de folhas secas de arnica
  • 1 xícara de água fervente

Modo de preparo

Adicionar as folhas secas de arnica à água fervente e deixar coberto por pelo menos 10 minutos. Coar e gargarejar com este chá de hora em hora.
Um excelente tratamento caseiro para dor de garganta causada pela garganta inflamada é fazer gargarejos de hora em hora, alternando entre as receitas acima citadas. Se não for possível seguir este tratamento de hora em hora, aconselha-se gargarejar no mínimo 3 vezes ao dia.

GARGAREJO COM CAMOMILA PARA GARGANTA INFLAMADA

               


O gargarejo de camomila é ótimo para complementar o tratamento da garganta inflamada pois esta planta medicinal possui propriedades calmante que vão auxiliar a combater à dor.

Ingredientes

  • 2 a 3 colher (chá) de camomila
  • 1 xícara de água fervente

Modo de preparo

Adicionar as folhas e flores de camomila à água fervente e manter num recipiente coberto por pelo menos 10 minutos. Coar e fazer gargarejos com este chá de hora em hora. Recomenda-se fazer um chá novo sempre que for gargarejar.

GARGAREJOS COM ÁGUA E SAL DIMINUEM A INFLAMAÇÃO NA GARGANTA

                                              


O gargarejo com água e sal é um ótimo remédio caseiro para garganta inflamada pois o sal é bactericida e vai limpar a região, eliminando os micro-organismos causadores da doença.

Ingredientes

  • 1 copo de água morna
  • 1 colher (sopa) de sal

Modo de preparo

Adicionar o sal à água morna, misturar bem até o sal ficar imperceptível. Colocar um bom gole desta água na boca e gargarejar pelo máximo de tempo que conseguir, cuspindo a água a seguir. Repetir o procedimento 3 vezes seguidas. Fazer este gargarejo pelo menos 2 vezes ao dia, enquanto os sintomas persistirem.