POLUIÇÃO e CLIMA SECO DO INVERNO trazem sérios riscos à saúse visual

                  

Muitas pessoas pensam que o cuidado com a saúde visual deve ser maior no verão, por conta da alta incidência de raios ultravioleta. No entanto, o inverno também traz riscos à visão, já que estes raios são intensos mesmo nesse período.
Segundo a médica oftalmologista e diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica da Latino América, Dra. Marcia Beatriz Tartarella, é muito importante proteger os olhos contra os raios UV durante o inverno, já que a radiação ultravioleta pode ocasionar alterações na conjuntiva, catarata precoce ou degenerações de retina e mácula irreversíveis.
Além disso, o clima mais seco e os maiores índices de poluição típicos do inverno contribuem para a maior incidência da conjuntivite alérgica, e do ressecamento dos olhos, que pode resultar na síndrome do olho seco, decorrente da diminuição da produção de lágrima ou da produção em qualidade alterada. Esses fatores, por sua vez, são originados pela exposição prolongada a ambientes com clima seco ou ambientes fechados e com ar condicionado. Mas também pode ser desencadeada por alterações hormonais, menopausa ou doenças reumatológicas.
Para prevenção, no caso de profissionais que trabalham com computadores em ambiente fechado, a recomendação da médica é que, principalmente durante o inverno, esses indivíduos adquiram o hábito de piscarem mais vezes em frente ao computador, para minimizar a ocorrência da síndrome.

Tudo sobre GLAUCOMA

                       

O glaucoma é uma doença causada pela lesão do NERVO ÓPTICO relacionada a pressão ocular alta. Pode ser crônico ou agudo. Quando crônico é caracterizado pela perda da VISÃO PERIFÉRICA (visão que permite perceber objetos ao nosso redor), devido a lesão das fibras dos nervos que se originam na RETINA e formam o nervo óptico. O principal fator relacionado a esta lesão é a pressão interna do olho alta, porém existem outros fatores ainda em estudo. Quando agudo, se dá porque a pressão interna do olho torna-se extremamente alta e causa perda súbita e grave da visão (a média da pressão é 16 mmg porém varia entre 12 até 23 mmg sem no entanto causar problemas na maioria das pessoas).

O glaucoma raramente apresenta sintomas. Os sinais da doença só vão surgir nos glaucomas agudos, quando o paciente sofre fortes DORES DE CABEÇA, FOTOFOBIA, enjôo e DOR OCULAR intensa.

Um dos fatores de risco relacionados ao glaucoma é a pressão interna do OLHO alta. Entretanto este não é o único fator que contribui para a doença, pois algumas pessoas com pressão do olho alta nunca demonstrarão lesão por glaucoma. Somente com acompanhamento e verificando outros fatores como aparência do NERVO ÓPTICO e o exame de CAMPO DE VISÂO comparativo dará melhores informações.

A perda progressiva do CAMPO DE VISÃO PERIFÉRICO pode causar grandes dificuldades para perceber objetos a sua volta (porém só ocorre com muitos anos de doença não controlada, geralmente). Já o glaucoma avançado pode acometer a VISÃO CENTRAL também (aquela que se usa para leitura), podendo chegar ao ponto de perda total da VISÃO.

Um dos fatores de risco muito importante para ter o glaucoma é a história familiar. Porém não quer dizer que obrigatoriamente terá glaucoma quem tiver familiar glaucomatoso. O EXAME oftalmológico adequado, com um bom oftalmologista, é muito importante para o esclarecimento de dúvidas.

Para o diagnóstico do glaucoma alguns EXAMES devem ser realizados, como: TONOMETRIA DE APLANAÇÃO (exame para a tomada da pressão intraocular), FUNDO DE OLHO (exame para avaliar se existe lesão do nervo óptico provocado pelo glaucoma), GONIOSCOPIA (exame para classificar o tipo de glaucoma) e CAMPO VISUAL (exame para avaliar se há perda do campo visual). O diagnóstico precoce do glaucoma só é feito em um exame oftalmológico de rotina e a medida anual da pressão intraocular é a forma mais sensata de se preservar a VISÃO.


De acordo com as estatísticas1% a 2% da população acima de 40 anos é portadora de algum tipo de glaucoma. Filhos de glaucomatosos precisam verificar com mais freqüência sua pressão intraocular. Deve se ter atenção a certos MEDICAMENTOS que podem provocar o aumento da pressão intraocular.

Prejuízos para a saúde que a HIPERTENSÃO pode causar

                                  

►AVC (acidente vascular cerebral), também conhecido como derrame;
► Ataque cardíaco;
► Insuficiência cardíaca;
► Insuficiência renal;
► Impotência;
► Problemas na vista;
► Arteriosclerose.

tipos de DIABETES

                         


Principais sintomas do diabetes tipo 1:

  • vontade de urinar diversas vezes
  • fome freqUente
  • sede constante
  • perda de peso
  • fraqueza
  • fadiga
  • nervosismo
  • mudanças de humor
  • náusea e vômito.

Principais sintomas do diabetes tipo 2:

  • infecções frequentes
  • alteração visual (visão embaçada)
  • dificuldade na cicatrização de feridas
  • formigamento nos pés e furúnculos.
Diabetes gestacional: é a diminuição da tolerância à glicose, diagnosticada pela primeira vez na gestação, podendo - ou não - persistir após o parto. Sua causa exata ainda não é conhecida.

Outros tipos de diabetes: são decorrentes de defeitos genéticos associados a outras doenças ou ao uso de medicamentos. Podem ser: defeitos genéticos da função da célula beta; defeitos genéticos na ação da insulina; doenças do pâncreas exócrino (pancreatite, neoplasia, hemocromatose, fibrose cística etc.); defeitos induzidos por drogas ou produtos químicos (diuréticos, corticoides, betabloqueadores, contraceptivos etc.).

Causas da cegueira




Veja quais são as doenças que mais acometem a visão dos brasileiros
Dados do Censo 2010 indicam que 6,5 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência visual – mais de 528 são incapazes de enxergar. Do montante total, 60% das cegueiras são evitáveis; 40% têm conotação genética (são hereditárias); 25% têm causa infecciosa e 20% das cegueiras já instaladas são recuperáveis.
Doenças mais comuns no adulto:
As quatro maiores causas são a catarata, o glaucoma, o diabetes (via retinopatia diabética e suas complicações) e a degeneração macular relacionada à idade. Outras incluem o tracoma, os traumatismos, as uveorretinites, o descolamento de retina, as infecções, tumores e hipertensão arterial.
Doenças mais comuns na criança:
Anomalias do desenvolvimento, as infecções transplacentárias e neonatais (como exemplo, a toxoplasmose, a rubéola, a sífilis), a prematuridade, os erros inatos do metabolismo, as distrofias, os traumas e os tumores. Outro aspecto da deficiência visual infantil envolve a catarata congenital e o glaucoma congêntino.
Os problemas podem ser diagnosticados por meio do teste do olhinho. O exame é simples e deve ser feito em todos os recém-nascidos antes que o bebê complete um ano.
Fonte: Ministério da Saúde e Centro Especializado em Oftalmologia (CEOF)