Cuidado com os ANTIINFLAMATÓRIOS

                           


Você deve conhecer um amigo, parente ou vizinho que adora tomar um antiinflamatório quando “acha” que vai ter alguma dor. Ou então aquele que o médico prescreve por uma semana, mas ele continua tomando por meses, porque se sente bem. Pois bem, agora tente convencê-lo de que este medicação “profilática” pode trazer mais custos que benefícios. O uso frequente de remédios como o ibuprofeno e o diclofenaco (esse último princípio ativo presente no Cataflan e no Voltaren) aumenta o risco de infartos e derrames, segundo uma revisão de estudos publicada numa revista inglesa de grande prestígio internacional.
Cientistas da Universidade de Berna, na Suíça, analisaram dados de 31 estudos com mais de 116 mil pacientes que tomavam naproxeno (Flanax), ibuprofeno (Alivium), diclofenaco, celecoxibe (Celebra), etoricoxibe (Arcoxia), rofecoxibe (Vioxx), lumiracoxibe (Prexige) ou placebo.
Em números absolutos, o risco cardiovascular de quem tomou essas drogas foi baixo, mas, em comparação com quem usou placebo, a diferença foi significativa.

Os pacientes que tomaram Vioxx e Prexige (já retirados do mercado em 2004 e 2008 respectivamente) tiveram o dobro de ocorrências de infarto.
Já o ibuprofeno resultou em um risco três vezes maior de derrame. O diclofenaco causou quatro vezes maios mortes por problemas cardiovasculares.
Entretanto, o número de infartos e derrames foi baixo em relação ao total de pessoas envolvidas no estudo. O que significa basicamente o seguinte: os aintiinflamatórios quando administrados pelo tempo prescrito tem poucas chances de causar efeitos colaterais significativos.
De qualquer maneira, essa é mais uma demonstração de que a automedicação pode trazer conseqüências graves. Limite-se a tomar remédios prescritos pelo seu médico, e pelo tempo orientado. Afinal, a medicação é para ajudar e não para causar mais problemas.

Medicamentos que causam AZIA

                     


  • Anticolinérgicos (ex.: para enjoo do mar)
  • Betabloqueadores para pressão arterial alta ou doença cardíaca
  • Bloqueadores dos canais de cálcio para pressão arterial alta
  • Drogas semelhantes à dopamina para doença de Parkinson
  • Progestina para sangramento menstrual anormal ou controle de natalidade
  • Sedativos para ansiedade ou insônia (se você não puder dormir)
  • Teofilina (para asma ou outras doenças pulmonares)
  • Antidepressivos tricíclicos

Azia causas e tratamentos

                   

Azia é uma sensação dolorosa de queimação (ardor) bem abaixo ou atrás do esterno. Ela geralmente vem do esôfago. A azia causa uma dor que às vezes sobe pelo peito e pode se irradiar para o pescoço ou a garganta.
Praticamente todas as pessoas têm azia de vez em quando. Se você sofre de azia frequentemente, você pode ter a doença de refluxo.
A azia acontecerá com maior probabilidade se você tiver hernia de hiato. A hérnia de hiato acontece quando parte do estômago se projeta para dentro da cavidade torácica. Isso enfraquece o EEI e facilita a volta do ácido desde o estômago até o esôfago, causando azia.
A azia pede tratamento principalmente se você tem os sintomas com frequência. Com o tempo, o refluxo pode danificar o revestimento do esôfago e causar problemas graves. Um ponto positivo é que mudar seus hábitos alimentares pode ajudar a prevenir a azia e outros sintomas relacionados ao sistema digestivo e gástrico.

Primeiro, evite alimentos e bebidas que possam causar azia e refluxo, como:
Álcool,Cafeína,Bebidas gaseificadas,chocolates,frutas e sucos citricos,Menta e hortelã
Alimentos picantes ou gordurosos, produtos derivados de leite integral,Tomate e molho de tomate.
Evite comer e se deitar em seguida ou nas 3 a 4 horas consequentes. Deitar de estômago cheio pode fazer com que o conteúdo do estômago pressione com mais força o esfíncter gastroesofágico inferior (EEI).
medicamentos que podem melhorar a azia:

  • Antiácidos ajudam a neutralizar o ácido do estômago.
  • Antagonistas H2, como as substâncias cimetidina, ranitidina ou nizatidina, reduzem a produção do ácido estomacal.
  • Inibidores da bomba de prótons interrompem praticamente toda a produção do ácido estomacal.

O que não comer quando se tem gastrite

                        


  • Doces enlatados;
  • Refeições pré-preparadas;
  • Molhos, como o branco ou de tomate;
  • Alimentos com gordura, inclusive peixes gordurosos;
  • Carne de porco, inclusive embutidos, como salsichas, presunto ou mortadela;
  • Refrigerantes industrializados, café, chá preto e bebidas alcoólicas;
  • Biscoitos recheados, leite integral, bolos industrializados;
  • Lanches gordurosos, como massa folhada, kibe, empada, cachorro quente e hamburguer;
  • Tomate, pepino, couve manteiga,espinafre,agrião, laranja, abacaxi, kiwi.

Dieta para gastrite

                                    


  • Leite desnatado;
  • Chás, exceto os de mate e preto ou com cafeína;
  • Sucos de frutas, exceto as cítricas, como laranja, limão ou abacaxi;
  • Pão sem miolo, evitando sempre o pão de farinha branca, como o pão francês;
  • Queijo branco, ricota, evitando os amarelos e gordurosos;
  • As carnes devem ser sempre magras, sem gordura, assadas, grelhadas ou cozidas;
  • Para temperar, utilizar especialmente ervas finas, evitando molhos prontos, pimenta, alho, cebola ou mostarda;
  • Gelatina de agar agar, cremes com mingau de maisena e frutas frescas sem casca ou cozidas.

Gastrite

                           
A gastrite é uma inflamação do revestimento interno do estômago que pode produzir sintomas como dor de estômago, indigestão e desconforto na região abdominal superior. Ela possui diversas causas e o tratamento pode ser feito de forma natural.

A gastrite do tipo aguda pode ser causada por estresse, por uma doença ou por uma lesão grave e súbita.
A gastrite erosiva crônica é decorrente de irritações como, por exemplo, medicamentos, a doença de Crohn e infecções bacterianas e virais. Este tipo de gastrite apresenta uma evolução lenta e pode produzir sangramento ou úlceras.
Uma das maiores causas de gastrite é a presença de uma bactéria H. Pylori no estômago.
alimentos agressivos como café ou chá que excitem a motilidade gástrica e aumentam a produção de ácido clorídrico. Alimentos muito gordurosos e muito fibrosos como vegetais crus que também transportar a H. Pylory e agravar a gastrite e  molhos como por exemplo o catshup ou mostarda além da gordura possuem condimentos que são contraindicados em geral para pacientes com gastrite ou ulcera gástrica.
 Em geral os sintomas se manifestam todos no paciente com gastrite, porém é muito comum que a gastrite mesmo infectada com bactéria não manifeste sintomas.
Os sintomas mais comuns de gastrite podem ser:
dor ou desconforto abdominal (após a refeição ou antes de comer)
náusea e vômitos
indigestão
eructação (arrotos)Para diagnosticar a gastrite o mais comum é que depois do paciente descrever o que sente, o médico solicite uma endoscopia digestiva para que se possa observar todo o revestimento interno do estômago e visualizar se existe alguma porção inflamada ou ferida. Para verificar a presença da bactéria Helicobacter Pylori no estômago, é necessário fazer de uma biópsia do tecido estomacal para analisar ao microscópio, que pode ser feito durante o mesmo exame.

O tratamento para a gastrite inclui a toma de medicamentos supressores do ácido gástrico do estômago, dieta e hidratação. Numa fase inicial o paciente deverá alimentar-se de legumes, verduras e frutas cozidas. Beber somente água e evitar café, chocolate, bebidas alcoólicas e refrigerantes. Como opções de carne estão as carnes magras cozidas sem muitos condimentos.


Receita caseira para Úlcera

                                        


Um ótimo tratamento caseiro para úlcera gástrica é tomar o suco puro de uma batata por dia.
Basta passar a batata pela centrífuga ou processador de alimentos e tomar seu suco, sempre em jejum e várias vezes durante o dia. Tome o suco logo após o seu preparo.
A batata é um antiácido natural que não tem contraindicações, muito eficaz em caso de gastrite e úlcera.

Úlcera gástrica

                                             

A úlcera gástrica, úlcera péptica ou úlcera no estômago é uma ferida que geralmente é causada por diversos fatores, entre eles a má alimentação. Ela apresenta como sintoma a dor de estômago, especialmente após comer, e normalmente não é uma situação muito grave. Seu tratamento é feito com antiácidos, que evitam que o suco gástrico presente no estômago torne a ferida ainda maior.
Para identificar a úlcera gástrica, recomenda-se uma endoscopia digestiva alta. Nela, o médico irá colocar uma sonda, com uma microcâmera na ponta, dentro da boca do indivíduo até o seu estômago, conseguindo visualizar com clareza as paredes internas do estômago e suas lesões.

O tratamento para úlcera gástrica é feito com o uso de antiácidos, que evitam que o suco gástrico utilizado na digestão aumente o tamanho da ferida.
Pode-se recorrer ainda a analgésicos, para controlar as dores, e a calmantes, para que o indivíduo fique mais relaxado, uma vez que o ácido gástrico é produzido em maior quantidade sob estresse.
A alimentação deve ser feita com frutas, legumes e verduras cozidos, grãos, laticínios light, pão, e carnes magras
evitar alimentos muito quentes, bebidas alcoólicas, refrigerantes, sanduíches, fast food, frituras e doces em geral. Evite também alimentos que promovem a liberação do ácido gástrico, como café, chá preto, mate, condimentos, molhos picantes e frutas ácidas como caju, laranja, limão e abacaxi.

Automedicação causa danos ao fígado


                                
Complicações podem levar à morte
Estudo divulgado pelo Centro Multidisciplinar da Dor, no Rio de Janeiro (RJ), constatou que pelo menos metade dos pacientes faz consultas informais na hora de tomar um medicamento e que 40% repetem a mesma medicação prescrita em outras ocorrências. O hábito não só prejudica o organismo, como também pode levar a sérias complicações no fígado e reações alérgicas graves, inclusive induzindo à morte.
“A automedicação é a primeira opção de boa parte das pessoas. É preciso entender que quase todos os fármacos fazem algum mal à saúde, por isso o médico prescreve a dose e a duração do tratamento”, esclarece a hepatologista da clínica HepatoScan, Ana Carolina Cardoso. A especialista explica que, como a maior parte dos medicamentos é processada pelo fígado, há casos recorrentes em que o paciente desenvolve um grave processo inflamatório (hepatite) e até lesões avançadas.
As “farmácias em casa” constituem o mais preocupante fator do automedicamento. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), cerca de 23% dos casos de intoxicações infantis são causadas pelo armazenamento incorreto de medicamentos pelos pacientes.
Fonte: Portal Fator Brasil 





Dicas para ter uma boa digestao


Sintomas relacionados à digestão aparecem mesmo em pessoas que, aparentemente, gozam de boa saúde. Considerados normais, a maioria deles não são levados a sério, até que a coisa se agrava.
Vou colocar nesses topicos umas dicas importantes principalmente para quem sofre com esse problema.
1:Inicialmente, todas as manhãs antes do café, espremer o suco fresco de 1 limão em 250ml – 500ml de água filtrada e sem açúcar. Um pouco de mel pode ser considerado. A eficácia torna-se significativa com uma rotina diária, pois vai ajudar a limpar o estômago de restos e remover qualquer excesso de acidez. Em tempo, o suco de limão é um excepcional curativo para azia, a famosa queimação de estômago.
2:Combinar alimentos pode funcionar bem para muitas pessoas. A Combinação envolve os três principais tipos de nutrientes. São os carboidratos (massas, batatas, arroz); as proteínas (derivados do leite e grãos) e as gorduras (abacate, óleos vegetais). Logo, combinar um pouco de cada uma das classes de alimentos pode garantir uma boa digestão e correta nutrição.
3:Existem alimentos que são sabidamente indigestos, tais como pinha, gorduras, pimentão, pepino, os condimentados, frituras, etc. O leite e o glúten, amido presente nos derivados de trigo, podem ser a causa de problemas digestivos para muitos. Como saber se existe intolerância para alguns alimentos? Simples, fique atento aos sintomas, que podem alternar de uma simples flatulência, para desconforto abdominal, cólicas intestinais, constipação ou diarréia, indigestão (sensação de peso estomacal, com ou sem cólica), azia, enjoo, ou casos severos de intoxicação alimentar. Para aqueles que não toleram a lactose do leite, podem tentar leite de soja; já para os intolerantes ao glúten, as farinhas de milho resolvem a questão.
4:Um dos mecanismos mais importantes da digestão, mas na maioria das vezes, o mais esquecido! A Mastigação é o primeiro estágio da digestão. Não só fisicamente, quebra os alimentos, mas emite os sinais para os órgãos que secretam sucos digestivos (enzimas pancreáticas, os ácidos do estômago, etc), a fim de preparar-se para os alimentos a serem recebidos. Também, a lenta mastigação permite que o mecanismo cerebral encarregado de sinalizar a saciedade ou enchimento do estômago, terá mais tempo para agir.
5:Esta é uma maneira de permitir que o sistema digestivo tenha uma pausa bem merecida, se alimentando apenas de líquidos. No entanto, para uma primeira vez, você deve tentar o processo por um máximo de 24 horas. Lembre-se sempre de beber bastante suco de frutas. Planeje o seu jejum para dias em que você não estará fazendo muito trabalho físico pesado e possa descansar bastante.
lembrem-se que é preciso colocar dentro de sua rotina , porque é preciso colaborar com seu intestino para que ele consiga trazer os resultados esperados.